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3° Festival BB Seguridade jazz e blues em Porto Alegre

Está chegando mais um festival BB Seguridade Jazz e Blues em Porto Alegre no dia 30/09.

Local: Parque Farroupilha (Redenção)

Horário: 11h às 19h

Atrações:

Cumbuca Jazz

Nicola Spolidoro Quarteto

Tributo Deuses da Guitarra com O Bando

Leroy Jones

Nuno Mindelis

Hermeto Pascoal

Zeca Baleiro em um show de blues

Atividades para crianças:

Oficina de Musicalização

Oficina de Malabares

Pintura facial, escultura de balão e oficina de desenho durante todo o dia!

E, ainda, Pet Friendly!

Confira aqui meus registros do ano passado.

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Eventos: #Sheinnovates – UN WOMEN GLOBAL INNOVATION TECHNOLOGY AND ENTREPRENEURSHIP INDUSTRY FORUM 2017

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU fornecem um roteiro para mudar o curso do século XXI para um mundo novo, mais justo e sustentável, incluindo o alcance da plena igualdade entre homens e mulheres até 2030. A realização destes objetivos exigirá mudanças transformativas, abordagens integradas e novas soluções.

A UN Women, entidade da ONU para Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres e a SAP estão juntas e, em parceria com a UNITEC, convidam você para o evento #SheInnovates – UN Women Global Innovation Technology and Entrepreneurship Industry Forum 2017.

Através de palestras e bate-papos, o evento quer convidar você a solucionarmos, juntos, o seguinte desafio:

Como a inovação, a tecnologia e o empreendedorismo podem ajudar a avançarmos na igualdade de gênero e no empoderamento feminino ao redor do mundo?

Se interessou?

Clique aqui e registre-se – as vagas são limitadas!

Mais informações:

Data: 14 de Setembro, 2017
Horário: 18:00 às 20:15,
Local: SAP Next-Gen, Portal de Inovação, Av. Unisinos, 950, São Leopoldo, RS
(Primeiro prédio à esquerda utilizando o Acesso 4)

Acesse o site de inscrição, confirme sua presença e venha mudar o mundo com a gente!

 

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Aula inaugural da Faculdade de Educação 2017/1 (participação do Prof. Dr. Carlos Roberto Jamil Cury)

O evento organizado pela direção da Faculdade de Educação da UFRGS comemorou os 20 anos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n° 9394/96) propondo um debate sobre o atual contexto político no qual conquistas obtidas pelo texto legal, especialmente no que diz respeito a garantia da Educação Pública e Gratuíta, estão em risco pelo avanço dos movimentos conservadores pela privatização e precarização da educação e outras perdas (como a Reforma da Previdência), que prejudicam a classe trabalhadora.

Contou com a brilhante participação do Prof. Dr. Carlos Roberto Jamil Cury (PUC-MG) que apresentou um panorama histórico sobre a Educação na Constituições anteriores e do processo de construção que resultou na promulgação da LDBEN em 1996.

“Essa proposta de reabertura se trata de uma tentativa de destruir as conquistas e abrir o campo para retrocessos no marco regulatório da Educação Brasileira”. – Afirmou Jamil Cury.

A aula inaugural também foi marcada pelo lançamento do “Cômite em defesa da Educação Pública”, composto por Educadores, Representantes dos Sindicatos dos Professores, Conselho Estadual de Educação, Representantes da Assembleia Legislativa, Secretarias Municipais de Educação e Movimentos Estudantis, que busca apoio de toda sociedade cívil para que as conquistas sejam asseguradas.

Na íntegra a carta divulgada pelo Cômite:

Carta de Porto Alegre em Defesa da Educação – 17 de abril de 2017.

No século XXI, a educação tornou-se a condição essencial para o desenvolvimento tecnológico e econômico das sociedades. Tornou-se também condição para o acesso ao mundo do trabalho e para a formação de cidadãos capazes de definir seu futuro e de controlar democraticamente seus representantes.

Educação, justiça social e democracia são conquistas civilizatórias e constituem hoje pilares da sociedade que geraram desenvolvimento econômico socialmente inclusivo. Nessas sociedades, o Estado foi responsável pela garantia do acesso universal da população à educação, através da escola pública, e também da qualidade da educação ofertada.

No Brasil, apesar dos avanços conquistados na universalização do acesso à escola nas últimas décadas, há ainda uma longa caminhada a ser feita, principalmente para assegurar a qualidade da educação de que o Brasil necessita para superar a crise política e econômica, mantendo as políticas sociais, a democracia e o respeito às instituições.

Compete ao Estado brasileiro, desde os municípios, passando pelos governos estaduais, até o federal, a responsabilidade de garantir as condições necessárias para a universalização da educação básica e a expansão da educação superior.

Dentre estas condições, estão os recursos financeiros para a manutenção das instalações e materiais pedagógicos das escolas públicas, para o bom atendimento aos estudantes e para a justa remuneração dos professores, paga sem atrasos ou parcelamentos. Estão também a garantia do direito de participação da entidade e órgãos representativos dos professores e da comunidade escolar na definição das políticas públicas e a garantia da liberdade de ensino, livre de perseguições e censuras políticas e ideológicas.

Hoje, no Brasil, crescem correntes de pensamento e movimentos e aumenta o número de gestores públicos que consideram o investimento em educação como um gasto público a ser reduzido e não como uma condição imprescindível para o desenvolvimento econômico, social, político e cultural do país.

A proposta dessas correntes de pensamento é transferir para o setor privado da economia várias funções do Estado, desobrigando-o de atividades públicas essenciais de qualidade, pelas quais a grande maioria da população não pode pagar.

Num período em que a violência tem crescido, faz-se ainda mais necessária a ação do Estado na criação e manutenção de espaços de educação geral e profissional, de cultura, esporte e lazes, acessíveis a todos os segmentos da sociedade.

Numa crise social em que a intolerância tem impedido o debate político construtivo entre posições políticas e ideológicas divergentes e em que os grandes meios de comunicação passaram a moldar a consciência nacional, é preciso, mais do que nunca, que as escola proporcionem a livre circulação e o debate de ideias divergentes, que permitam a formação de cidadãos capazes de analisar e avaliar as informações, muitas vezes inexatas, que lhes chegam em abundância.

Diante desses desafios, conclamamos a sociedade rio-grandense a debater e se posicionar sobre esse tema tão caro para as sociedades civilizadas que é a educação pública. Para isto, instalamos, neste dia, o CÔMITE EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA DO RIO GRANDE DO SUL.

Alguns registros fotográficos do evento:

 

 

 

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Rails Girls Novo Hamburgo: relato

Na semana passada (10 e 11 de março) rolou um evento muito bacana no Campus 2 da Feevale em Novo Hamburgo. O evento foi organizado pelas Rails Girls de NH, um grupo de gurias super-ultra-mega power-geeks que compartilham a paixão pelo ruby – uma linguagem de programação interpretada multiparadigma desenvolvida em 1993 no Japão por Yukiro “Matz” Matsumoto, para ser usada como script. Sobre a motivação para criar esta nova linguagem, Matsumoto disse que “Eu queria uma linguagem de script que fosse mais poderosa do que Perl, e mais orientada a objetos do que Python. É por isso que eu decidi desenvolver minha própria linguagem.” (Fonte Wikipédia)

Sabe quando tu se cansa de tudo e sente que o tem disponível não atende as tuas necessidades? Foi por essa razão que esta linguagem nasceu e ela ficou tão popular que segundo o Índice Tiobe, Ruby é a 10ª linguagem de programação mais popular do mundo, sendo muito utilizada para criação de aplicativos e desenvolvimento de websites. O público-alvo do evento eram garotas, mas vi muitos guris por lá, ora prestigiando o evento ou ajudando na programação.

Eu consegui participar da oficina inicial e foi muito bacana, pois aprendi a criar um diretório e organizar as pastas do projeto que  eu estava desenvolvendo. O evento contou ainda com a participação de representantes de empresas chiquérrimas na área da tecnologia como a SAP e a 4All que contaram estão abrindo novas oportunidades e acreditando no talento das mulheres, especialmente naquelas áreas/setores dominadas por homens, como a programação e T.I.

Além disso, as gurias destacaram iniciativas e políticas internas que possibilitam crescimento na carreira, igualdade salarial e o principal: o combate fortíssimo contra a discriminação e assédio sexual e moral contra mulheres e grupos LGBT.

Outro ponto forte do evento em minha opinião foi a distribuição de brindes (eu sou brindeira assumida e amei os bloquinhos de papéis, cadernos e canetas – são sempre úteis e eu odeio comprar cadernos para a faculdade).

Durante o evento rolou um coffeebreak bacanudo repleto de guloseimas vegana.

Nota: As gurias falaram da necessidade de uma coerência quanto a opção por alimentos de origem animal, que eu realmente aprecio, mas atualmente não sou vegana e nem vegetariana, então vou ser honesta ao dizer que eu ficaria mais feliz se tivesse umas coxinhas de galinha desfiada ou pastéis de carne moída. 🙂

Conheci umas pessoinhas legais e o pessoal simpático da organização. No mais, este foi o meu relato. E espero participar de mais eventos organizados pelas Rails Girls.

Foi bom voltar a Novo Hamburgo: a cidade dos sapatos.

Confiram as fotos do primeiro dia do evento aqui.

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Pacto Internacional de Mulheres EUA – Plataforma

A Parada Internacional de Mulheres de 8 de março de 2017 é um dia internacional de ação que tem sido planejado e organizado por mulheres de 30 países diferentes.

Baseado no princípio de solidariedade e internacionalismo, nos EUA em 8 de março será um dia de ação organizado por e para as mulheres que vem sendo marginalizadas e silenciadas por décadas de neoliberalismo principalmente dirigido contra mulheres trabalhadoras, mulheres de cor, mulheres indígenas, mulheres com deficiência, mulheres migrantes, muçulmanas e população LGBT.

O dia 8 de março será o começo de um novo movimento feminista internacional que organiza a resistência não apenas contra o governo Trump (não confundir com movimentos que buscam desestabilizar e deslegitimizar o sistema “democrático” do país, aqui foca-se a crítica numa série de ações e decisões tomadas pelo presidente, em especial na criação de políticas misógenas e racistas), mas também contra décadas de desigualdade econômica, violência racial e sexual, e a guerra imperialista no exterior.

Celebramos a diversidade dos vários grupos sociais que estão reunidos e vinculados a Parada Internacional de Mulheres. Viemos de distintas tradições políticas, mas estamos unidas ao redor dos seguintes princípios:

Por um fim a violência de gênero 

Todas as mulheres merecem uma vida livre de violência, tanto doméstica como institucional. Mulheres trabalhadoras, transgêneros, e mulheres de cor sofrem os piores aspectos da violência institucional direta, bem sobre a forma de brutalidade policial, as invasões pelos agentes de imigração, a violência que dia a dia sofrem como resultado de políticas públicas estatais que reproduzem e consolidam a pobreza em nossas comunidades.

Contra todas estas violências estatais e pessoais demandamos que nossas vidas e nosso trabalho sejam tratados com dignidade, já que eles formam a base desta sociedade.

Justiça reprodutiva para todas 

Defendemos a justiça reprodutiva para todas as mulheres, cisgêneros e transgêneros. Queremos completa autonomia sobre nossos corpos e total liberdade reprodutiva. Demandamos o livre direito ao aborto sem condições e assistência médica acessível para todas, sem restrições baseadas na entrada, na identidade racial, ou o status de cidadania. A história da esterilização das mulheres de cor neste país vão de contra aos ataques aos direitos sobre o aborto. Para nossa justiça reprodutiva significa a liberdade de escolher se tem filhos ou não, ou quando tê-los.

Direitos trabalhistas 

Os direitos trabalhistas são direitos das mulheres, por que tanto o trabalho remunerado em seu lugar de trabalho, quanto o trabalho não pago em casa é a base da riqueza em nossa sociedade.

Ao redor do mundo inteiro milhões de mulheres são forçadas a trabalhar por salários escravizadores, em perigosos galpões de exploração do trabalho e “fábricas infernais” que matam milhares a cada ano. Nos Estados Unidos as mulheres correspondem a 46% dos membros total dos sindicatos, e a grande maioria delas são mulheres de cor e de diferentes etnias. Todas as mulheres, sem considerar seu status de cidadania ou identidade racial, devem receber um salário igualitário pelo mesmo trabalho que realizam (nota da tradutora: o texto original fala sobre 15 dólares, equivalente à R$ 46. Eu acho que refere-se ao valor pago por hora de trabalho, o que acho muito pouco), incluindo, especialmente para aquelas que cuidam de outras pessoas, o cuidado infantil universal gratuito (e expansão das creches), pagamento de licença maternidade, licença por enfermidade, licença familiar remunerada e a liberdade para organizar um sindicato que lute pelos seus direitos em seu local de trabalho. Como mulheres trabalhadoras que sustentamos a metade do céu, nos recusamos a ser divididas pelo tipo de trabalho que realizamos, seja ela bem qualificado ou não qualificado, formal ou informal, trabalho sexual ou doméstico.

Nota da tradutora: Por ser uma tradução livre e não oficial, me coloco no direito de argumentar que não considero o trabalho sexual como forma de trabalho, e sim, como uma exploração dos corpos das mulheres, meninas, lésbicas e transgêneros. 

Aprovisionamento social completo

Em três décadas de políticas públicas neoliberais, temos visto o violento desmantelamento do aprovisionamento social que afeta a todas as mulheres. Enquanto nossas vidas laborais estão cada vez mais precárias, os serviços sociais que deveriam prover certa segurança contra as severas condições de exploração em que trabalho tem sido completamente removidas ou estão sobre constante ataque. Contra estes ataques exigimos uma reestruturação expansiva do sistema de bem-estar estadounidense capaz de satisfazer as necessidades da maioria, o que implica um acesso universal ao sistema de saúde, garantias sociais contra o desemprego e fortes benefícios em seguridade social para todos. Demandamos que o sistema de bem-estar funcione para apoiar nossas vidas e não para nos envergonhar quando temos acesso aos nossos direitos.

Por um feminismo antirracista e anti-imperialista 

Nos pronunciamos contra a aberta supremacia branca do atual governo e contra os movimentos da ultra-direita e os movimentos anti-semitas que tem dado sua confiança. Defendo um feminismo antirracista e anti-colonial que não está disposto a comprometer estes princípios. Isto significa que movimentos como Black Lives Matter (As vidas negras importam), a luta contra a brutalidade policial e o encarceramento massivo, a demanda por fronteiras abertas e direitos que protejam os emigrantes, e descolonização da Palestina, constituem para nós o coração palpitante deste novo movimento feminista. Queremos destruir todos os muros desde os muros das prisões até os muros das fronteiras desde o México até a Palestina.

Justiça ambiental para todas

Cremos que tanto a desigualdade social como a degradação ambiental são o resultado de um sistema econômico que coloca o lucro acima das pessoas. No lugar desse sistema demandamos que os recursos naturais da terra sejam preservados e sustentados para enriquecer nossas vidas e aquelas de nossas filhas e filhos. Nos inspira a luta dos Protetores da Água contra o Oleoducto que querem construir em Dakota (Dakota Access Pipe Line). A emancipação das mulheres e a emancipação do planeta dever andar de mãos dadas.

Este link mostra como organizações mulheres podem se inspirar e criar eventos semelhantes em seus países.

A organização deste evento também disponibilizou um e-mail para auxílio e apoio de pessoas interessadas: internationalwomenstrikeus@gmail.com

Alguns jornais internacionais publicaram sobre o evento:

https://www.theguardian.com/commentisfree/2017/feb/06/women-strike-trump-resistance-power

Nota: o evento não é apenas um protesto contra o governo Trump, mas o texto mostra um excelente panorama de outros movimentos feministas internacionais, inclusive o Ni una a menos (organizado por coletivos feministas na Argentina, Uruguai e Peru).

 

 

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Conferência: Software Livre na Educação no UEDSL 2016.2

Durante os dias 6 a 15 de fevereiro acontece o UEDSL 2016.2, um evento online e assíncrono produzido pelo grupo Texto Livre da UFMG.

A programação e os trabalhos estão disponíveis aqui. E a conferência do Prof. Paulo Slomp apresentando vários tópicos sobre Software Livre na Educação e apresentação dos resultados do seu trabalho desenvolvido junto com bolsistas de pesquisa na Universidade pode ser assistida aqui.

Comentários e questões para o professores podem ser feitas nesse link.

Mais:

Visite a “Tabela Dinâmica Software Educacional Livre” para computadores de mesa (2015):

https://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/wiki/Tabela_Din%C3%A2mica_Software_Educacional_livre

Visite a “Tabela dinâmica Software Educacional Livre para Dispositivos Móveis” (2016):

https://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/wiki/Software_Educacional_Livre_para_Dispositivos_M%C3%B3veis_-_Tabela_Din%C3%A2mica

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Conferência com Boaventura de Sousa Santos na UFRGS

O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos participou da conferência “As epistemologias do Sul e as ciências sociais do futuro”, no início do segundo semestre letivo de 2014. O evento fez parte das comemorações dos 80 anos da UFRGS.

Confira o vídeo:

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Cobertura Fotográfica – OpenStack Day – 4th Birthday OpenStack BR

No último sábado (26 de julho) aconteceu na FTEC de Porto Alegre o primeiro meetup OpenStack no Brasil. Neste mesmo dia,  foi comemorado o 4º aniversário do OpenStack com direito a um bolo patrocinado pela Fundação OpenStack. Esta comemoração ocorreu concomitantemente com outros países do mundo, envolvendo muitos participantes e palestrantes. Confira o que rolou no OpenStack Day em Porto Alegre. Fotografia: Rafaela Melo e Breno Neves.








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