Documentário “Olhares sobre Pelotas – A sociedade do Charque”

“Com pesquisa, roteiro e direção de Leonardo Tajes Ferreira, e apresentação de André Pereira, o documentário “Olhares sobre Pelotas – A sociedade do Charque” traz uma análise dos elementos que possibilitaram o crescimento urbano da cidade de Pelotas. Partimos do século 18, com a contribuição de Rafael Guedes Milheira professor do departamento de Antropologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), abordando os conflitos entre europeus e as comunidades indígenas durante a exploração das terras que constituem hoje o estado do Rio Grande do Sul; Jonas Vargas, professor do departamento do curso de História da UFPel e autor do livro “Os barões do charque e suas fortunas” aborda as consequências da chegada de José Pinto Martins à região sul do estado, e a conjuntura político-econômica da sociedade pautada pelo comércio do charque e pela escravidão africana. Guilherme Pinto de Almeida, pesquisador do “Almanaque do Bicentenário de Pelotas”, traz um patamar sobre o cotidiano da freguesia de São Francisco de Paula, como também as influências arquitetônicas que marcaram cada período histórico da localidade.

Tratando sobre a cultura doceira da região, a professora do curso de Antropologia da UFPel e coordenadora do “Inventário Nacional de Referências Culturais”, Flávia Rieth, e a antropóloga Marília Floôr Kosby, integrante da equipe organizadora do Inventário. Resgatando a memória e a representatividade negra na sociedade pelotense, esta produção conta com a participação do jornalista Carlos Machado, do historiador Fábio Gonçalves e do representante do Clube Cultural Fica Ahí Pra Ir Dizendo, Raul Borges Ferreira. Chegando ao contexto social do final do século 19, temos a contribuição do historiador Daniel Barbier, que nos traz as premissas que basearam a fundação da Biblioteca Pública Pelotense e seu significado para a cultura local. Para conhecer a história da formação do segundo loteamento urbano de Pelotas assista ao documentário “Olhares sobre Pelotas – Praça Cel. Pedro Osório”, disponível em:

Ou neste link: https://www.youtube.com/watch?t=293s&v=LuSDyg964LY&fbclid=IwAR1lhxw6iCDaTERgrj3fZptppSLQsA5Rom4R3wdVzcNMg-Ryvrxn46_jT_c&app=desktop

Pesquisador usa a produção de vídeos para ensinar crianças sobre sustentabilidade

Foi através da sua experiência na área de comunicação, desde a sua formação em Produção Audiovisual na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) até o trabalho como técnico audiovisual na UFRGS TV, que Francisco Milanez surgiu com o tema para a sua dissertação de mestrado. A fim de compreender a influência e a eficácia de suportes audiovisuais no ensino, Francisco realizou um estudo de caso na Escola Municipal de Ensino Fundamental Deputado Victor Issler, de Porto Alegre.
 
Orientada pela professora Angela Wyse, a dissertação foi apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências: Químicas da Vida e Saúde da UFRGS. Com o conhecimento de Francisco na área de cinema e a metodologia científica proposta por Angela, o projeto trabalhou o tema da sustentabilidade a partir da produção de vídeos pelos próprios alunos.
 

Mais informações sobre a pesquisa podem ser conferidas no UFRGS Ciência.

Jornalismo infantil: a melhor maneira de falar com as crianças é ouvindo-as

As histórias para crianças devem ser escritas com palavras muito simples, porque as crianças, sendo pequenas, sabem poucas palavras e não gostam de usá-las complicadas. Quem me dera saber escrever essas histórias, mas nunca fui capaz de aprender e tenho pena. Além de ser preciso escolher as palavras, faz falta um certo jeito de contar…”.  José Saramago em “A flor do mundo”

Assim é a abertura da dissertação mestrado da jornalista Juliana Doretto, que resolveu seguir um caminho diferente do tradicional na área do jornalismo. Ela dedicou sua carreira para estudar como são feitas as produções de notícias para crianças nos veículos de comunicação e como os pequenos são representados.

Em seus estudos, Juliana evidenciou um cenário importante para nós, pais e cuidadores, enquanto mediadores das crianças no processo de formação para a leitura. Este hábito determinará uma percepção de mundo da criança, tornando-a um adulto mais crítico e capaz de compreender o funcionamento da sociedade e seu papel como cidadão.

No livro “Pequeno Leitor de Papel”, está o resultado das análises  dos suplementos do jornal Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, Folhinha e Estadinho, voltados para crianças. A investigação constatou que as redações não conseguem entrevistar, de modo igualitário, crianças de todas as faixas etárias que desejam atingir.

Além disso, ela constatou a concentração de temas (com quase ausência da tradução do noticiário adulto para as crianças), “o uso abusivo de textos imperativos e a repetição de referências à cidade de São Paulo, ainda que a circulação dos dois cadernos seja ao menos estadual”.  “Naquele ano [de pesquisa] falava-se muito para o público leitor, ou seja, o leitor de São Paulo, mas seria importante que se apresentasse outras realidades, outras infâncias, de outros estados”, evidencia Juliana.

Os temas que as crianças procuram são bastante diversificados e elas não reclamam se encontram ‘notícias de adultos’. Reclamam mesmo é do modo como a jornalista fala das ‘noticias tristes’, mas isso não significa que elas  queiram deixar de saber, é só ser dito de maneira não sensacionalista. – Julianna Doretto

O “Estadinho” quer falar para as crianças, mas não as ouviu sempre: “56% das matérias de capa analisadas não entrevistaram meninos e meninas”. Em outra conclusão, há o predomínio de crianças brancas nas fotografias de entrevistados.

Experiências 

Infelizmente, atualmente não existem veículos na televisão aberta que produzam notícias para as crianças.

Recentemente a Revista Recreio lançou um suplemento direcionado especialmente para as meninas. Em uma das edições, a capa que trazia uma chamada para o teste “você é louca por compras?”. A escolha da temática foi bastante comentada nas redes sociais e acusada de reforçar estereótipos de gênero.  Juliana Doretto comentou sobre o caso em seu blog. Veja aqui.

Outras boas práticas no mundo merecem ser citadas. Na França, existem quatro publicações que traduzem e tratam as notícias para crianças e adolescentes . O tablóide semanal Le Journal des Enfants tem tiragem de 70 mil exemplares para crianças de nove a 14 anos e serve de suporte pedagógico para 13 mil escolas. Em 1995, foi lançado o Mon Quotidien, primeiro diário infantil na Europa – destinado às crianças de nove a 14 anos. O sucesso foi tanto que, três anos depois, surgiu mais um diário para crianças: o Le Petit Quotidien, para leitores de seis a nove anos. A pauta nesses jornais é quase a mesma dos jornais adultos: atualidades nacionais e internacionais, centrados em cultura, esportes e ciências. A diferença está no estilo do texto: simples e direto, de fácil compreensão.

Assista a uma videorreportagem do Uol, em que o Le Petit Quotidien tira dúvidas das crianças sobre o horror dos atentados terroristas em Paris.

Texto publicado na Catraquinha disponível aqui. 

Conheça Kuka: Um robô automático para uso em estúdios de TV

Este projeto foi criado pela empresa Cine TV Broadcast Systems de Sonthofen por integrantes da equipe KUKA. A solução conta com o robô de construção leve KUKA LBR iiwa com 14 quilos de capacidade de carga em pintura preta e fosca, a unidade de comando do robô KUKA, o painel de comando, um teleprompter e a câmera de produção ao vivo.

O robô pode criar movimentos de câmera interessantes controlados remotamente em um estúdio de notícias para trazer mais dinâmica para o programa. Com a solução de robô é possível programar rapidamente novas configurações e reprogramar inclusive em modo ao vivo, se necessário. O sistema é tão silencioso que é possível colocar o equipamento em modo ao vivo sem prejudicar o áudio.

 

“O bom gosto vem pelo acesso” notas sobre o texto “A TV como prática narrativa de nosso tempo” de Rosa Maria Bueno Fischer

                                                Por Rafaela Melo 
                                                         
Quando assistimos a programas alternativos, de emissoras locais ou de tevês educativas e culturais, podemos constatar a real possibilidade de novas linguagens, a abertura de espaços a vozes diversas, além de outros usos de tempo, em telejornais, documentários, reportagens e também programa de ficção; ao mesmo tempo, constatamos a força das grandes emissoras e seus modos de narrar a vida brasileira (e de outros pontos do planeta), no sentido de também padronizar a própria maneira de fazer televisão.

 “Precisamos criar mecanismos, na sociedade civil para exigir uma TV melhor, mais criativa, mais respeitosa conosco, com as maiorias e as minorias deste país. Exigir qualidade (e pensar sobre o que nos é mostrado) não é exigir censura, é lutar por direito legítimo.

De um modo geral, as duas citações tocaram-me por falarem de possibilidades e crítica ao modelo vigente. Possibilidades de lutar por uma TV de qualidade sendo esta acessível a maioria da população e que ao pensar e refletir sobre as razões pelas quais fazem dessa ideia um tanto ambiciosa e aparentemente utópica, surgem as críticas ao modelo hegemônico de se fazer e produzir TV não só no Brasil, mas no mundo globalizado.

Inicio o comentário, afirmando que já existem redes de TV de qualidade, não apenas programas alternativos mas espaços bem diferenciados do que estamos tão habituados encontrar quando apertamos o botão power do controle remoto. A lista é imensa: Documentários e Filmes (locais, nacionais, de outros países, caseiros, bem produzidos, em curta, média ou longa-metragem) de todos os gêneros possíveis, jornalismo e debates com a participação popular, desenhos animados educativos, programas sobre direito, inclusão, saúde, cidadania, arte, cultura, música, meio ambiente, segurança pública, relações exteriores, economia, educação e muitos outros. Apresento-lhes uma boa notícia, tudo isso e muito mais tem estado há muitos anos disponível em canais de televisão públicos e abertos, canais estes de TV financiados com dinheiro público.

É comum se ouvir quando se afirma que existe canais de TV de qualidade argumentos como: “o púbico em geral não valoriza esse tipo de TV”, “o público só gosta de lixo”, “O público não quer TV de qualidade, quer banalidades” e outros argumentos de cunho elitistas como já muito bem destacado por BUCCI (1997; 2004), argumentos que em geral defendem a culpabilidade e o “mau gosto” das massas pela falta de qualidade dos programas nas grandes emissoras de televisão.

Peço-lhes licença para seguir por um outro viés: o do gosto. Viés muito bem discutido nos estudos encontrados sobre Arte e Estética, com brilhantes contribuições de teóricos que vão dos Gregos, David Hume e Immanuel Kant, Walter Benjamin (e sua turma) e outros mais contemporâneos. Não irei me basear em nenhum desses teóricos. Mas sim, em um dos nossos encontros em sala de aula, em que perguntei à professora Rosa sobre como o gosto se construía. Uma das respostas que surgiram no debate foi a de que o “a construção do gosto também se dá pelo acesso” e essa resposta me inquietou de tal ponto que me fez pensar sobre as condições existentes em nosso país sobre o acesso a essa tão sonhada TV de qualidade.

Percebi então uma problemática: Temos TV de qualidade e gratuita disponível no Brasil? Sim, temos. A maioria da população Brasileira tem acesso a todo conteúdo elaborado e financiado com o próprio dinheiro público? Não, não têm. Parece absurdo e alguém logo me refutará dizendo que, existem em média mais de 55 canais de TV públicos, sim e que toda a população tem acesso.

Quero deixar claro a diferença entre uma TV pública e uma Concessão Pública para a minha argumentação ficar mais clara: Uma Concessão Pública é meramente uma faixa do espectro eletromagnético de 6 MHz (canal), que dá direito a uma instituição o direito de transmitir sinais de televisão, em potência pré-determinada no momento da concessão, enquanto uma TV Pública possui toda sua programação, produção, equipamentos de transmissão e funcionários financiados com dinheiro público.

Falarei utilizando alguns termos técnicos sobre como o acesso a TV aberta tem se dado no Brasil nos dias atuais. A dita TV Aberta é transmitida em duas faixas: VHF1 e UHF2, divididas em 82 canais. Dependendo da concessão, a potência pode variar de 25w até centenas de kilowatts, o que determina a sua abrangência, que pode variar de 1km até centenas de quilômetros. Por outro lado, há os equipamentos receptores, que podem ser televisores, telas, celulares ou certos tipos de placas para computador, equipamentos estes, que hoje são baratos e estão acessíveis ao público nas mais diversas lojas. A população ao ouvir o termo TV aberta, o associa quase que imediatamente aos canais disponíveis nos aparelhos de TV simples, porém, a TV aberta também encontra-se em outras formas praticamente inacessíveis.

Ao observar a lista de canais públicos e abertos existentes no Brasil, nota-se que a maior parte dos canais são transmitidos para todo o país via satélite, e uma minoria possui retransmissoras locais de baixa potência, em algumas capitais, é o caso de TVs educativas ou legislativas, e ainda assim a potência de transmissão das mesmas costuma ser baixa, o que reduz a abrangência a poucas cidades.

A TV Senado pode ser captada em todo o território nacional por antenas parabólicas dos tipos analógico e digital. Veja como sintonizar: Antena Parabólica – Sistema Analógico: Satélite – C2; Transponder – 11 A2 Polarização: Horizontal; Frequência – 4.130 MHz Antena Parabólica – Sistema Digital: Satélite – C2 ; Transponder – 1 BE, Polarização: Vertical; Frequência – 3.644,4 MHz ou 1.505,75 MHz;Antena – 3,6 m; PID – Vídeo: 1110 / Áudio: 1211 / PCR: 1110; Receptor de Vídeo/Áudio Digital NTSC MPEG-2 DVB; Symbol Rate – 3,2143Ms/s; FEC – ¾”.

Texto extraído de www.senado.gov.br em 14 de abril de 2012.

Segundo o texto acima, a TV Senado pode ser captada em todo o território nacional, mas fica a questão: quem pode colocar uma antena de 3,6m de diâmetro em cima do telhado e comprar um receptor digital de satélite? A TV Senado está no satélite C2 em banda L, junto com a TV Escola, mas se olharmos outros canais, como a TV Assembleia de Porto Alegre, está no satélite C3 em banda C, o que demanda outra antena e outro equipamento, e obviamente muito mais dinheiro, o que faz destes canais algo inacessível ao grande público.

Sendo assim, constata-se que o acesso a canais públicos e de qualidade tem sido negado a própria população que financia esses canais e por outro lado permite-se o monopólio das grandes emissoras privadas o que fere gravemente a Constituição Federal de 1988 (art. 220, parágrafo 5°: “Os meios de comunicações não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio).” como também criticado por BUCCI (1997), na prática fica apenas no papel e no desconhecimento da população.

Portanto, lutar por democratização nas comunicações e por uma TV de qualidade, não é apenas exigir programas de qualidade em emissoras privadas, mas é principalmente lutar por melhores condições de acesso e abertura para participação da maioria da população em redes públicas e outras já existentes, lutar por politicas de financiamento e de democratização da liberação de concessões, para que a TV, esse meio de comunicação – o mais utilizado em nosso país-, construa novas formas de resistência à padronização e a homogenização, valorizando e afirmando as diferenças e construindo-se diferentes narrativas e por fim, uma TV diferente e ao mesmo tempo mais igualitária.

REFERÊNCIAS

BUCCI, Eugênio. Por que falar de televisão? Prefácio. In:__.Brasil em tempo de TV. São Paulo: Boitempo, 1997, p. 11-38.

BUCCI, Eugênio. A crítica da televisão. In: __KEHL, Maria Rita; BUCCI, Eugênio. Videologias. São Paulo: Boitempo, 2004, p. 27-42.

CANAIS PÚBLICOS DE TV: em http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Canais_de_televis%C3%A3o_p%C3%BAblicos_do_Brasil Acesso em 14 de abril de 2012.

FISCHER, Rosa Maria Bueno. O dispositivo pedagógico da mídia: modos de educar na (e pela) TV. Educação e Pesquisa. [online]. 2002, vol. 25, no.1, p. 151-162. Texto disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022002000100011. Acesso em 18 de março de 2012.

FUNDAÇÃO CULTURAL PIRATINI – TVE – Programação Semanal: em http://www.tve.com.br/?model=conteudo&menu=163 Acesso em 14 de abril de 2012.

TV CÂMARA – Programação Semanal: em http://www.camara.gov.br/internet/tvcamara/?lnk=PROGRAMACAO-DIARIA-TV-CAMARA&selecao=PROGRAMACAO Acesso em 14 de abril de 2012.

TV ESCOLA: em http://pt.wikipedia.org/wiki/TV_Escola Acesso em: 14 de abril de 2012.

TV SENADO (como sintonizar):em http://www.senado.gov.br/noticias/tv/pagina.asp?cod_pagina=4 Aceso em: 14 de abril de 2012.

1Very High Frequency: Faixa entre 30 e 300 MHz

2Ultra high Frequency: Faixa entre 300 e 3000 MHz

Nota da autora: O texto é antigo (escrito em 2012) e portanto requer novas atualizações e revisões gramaticais e teórico-conceituais. 

O fim do Recreio

No Congresso Nacional, um projeto de lei pretende acabar com o recreio escolar. Ao mesmo tempo, em uma escola municipal de Curitiba, um grupo de crianças pode mudar toda essa história.

Recheado de vibrantes brincadeiras infantis, O Fim do Recreio é um curta-metragem para todos os públicos, que bota a boca no trombone e avisa: cobra parada não come sapo! Prêmios:

– Foi o grande vencedor da 11ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, escolhido pelo Júri Oficial e pelo voto do público infantil

– recebeu um Prêmio Aquisição da TV Brasil – Escolha do Júri Popular na 14ª Mostra de Cinema de Londrina

– recebeu um Prêmio Aquisição da RPC TV

– Melhor filme pela crítica e pelo público no XI Araribóia Cine

– Festival de Niterói.

Participações:

– Curta como quiser 2012

– 9 º Amazonas Film Festival

– Instituto Cultural Cinema Brasil

– 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro

– 22º Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro

– 6ª Mostra CineBH

– 2ª Mostrinha de Cinema Infantil de Vitória da Conquista – Bahia

– 14ª Mostra Londrina de Cinema

– 14º Festival Internacional de Curtas de BH

– Mostra dos filmes da Lei de Incentivo à Cultura

– Fundação Cultural de Curitiba

– 23º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo

– 10º Festival Internacional de Cinema Infantil – FICI 2012

– Festival Chico – Palmas –

7ª Mostra Audiovisual de Cambuquira – MOSCA

– 11ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis

– 7ª Mostra de Cinema de Ouro Preto – CINEOP – Democracine 2012 – Porto Alegre www.parabole.com.br

FICHA TÉCNICA

Personagens:

Felipe: Weslei Eduardo Alves de Lima

Cleber: Jackson Thierry do Nascimento Neres

Pedro: Enzo Tommasi

Senador: Vinicius Mazzon

Apresentadores dos telejornais: Gustavo Horn

Voz de manchete de jornal: Nélio Spréa

Diretora: Kátia Horn

Inspetora: Greice Barros

Professora: Luana Godinho

Direção Vinicius Mazzon e Nélio Spréa

Assistente de direção Rafael Martins Roteiro Vinicius Mazzon e Nélio Spréa

Edição Vinicius Mazzon e Gustavo Horn

Animação Gustavo Horn

Direção de fotografia Lucas Rachinski

Trilha Sonora original Ale Age

Produção Parabolé Educação e Cultura

Coordenação de produção

Celeste Fernandez

Equipe de produção

Rafael Martins

Pietro Rosa

Vinicius Mazzon

Nélio Spréa Gustavo

Yuki Miyakawa

Renata Melão

Pesquisa de jogos e brincadeiras

Nélio Spréa

Direção de arte

Fabiola Bonofiglio

Câmera

Lucas Rachinski

Assistente de câmera

Gustavo Yuki Miyakawa

Design de som

Rafael Puppi, Nélio Spréa e Luigi Castel

Captação de áudio

Luigi Castel e Valderval de Oliveira

Maquiagem

Isa Todt

Colorista

Lucas Rachinski

Instituto Reuters tem bolsas de estudos para jornalistas

Texto original publicado aqui.

As bolsas do Instituto Reuters podem financiar projetos nas áreas de jornalismo e democracia, prática em jornalismo, negócios e empreendedorismo em mídia e políticas de comunicação

Estão abertas até 31 de janeiro de 2018 as inscrições para a Bolsa Thomson Reuters Foundation, promovida pelo Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo. O programa seleciona jornalistas de diversos países para desenvolverem e publicarem pesquisas em temas relevantes sobre a indústria de mídia global. As aulas acontecem Universidade de Oxford, na Inglaterra, à qual o instituto está vinculado.

No programa, sob mentoria de pesquisadores da universidade, os selecionados terão a oportunidade de desenvolver entendimento acadêmico sobre questões que os afetam diariamente na profissão. Também poderão participar de seminários, conhecer especialistas e líderes do jornalismo e visitar redações como Reuters, The Financial Times, BBC, The Economist and The Guardian. São seis vagas no total, e a duração do programa pode ser de três ou seis meses.

As bolsas de jornalismo do Instituto Reuters podem financiar projetos nas áreas de jornalismo e democracia, prática em jornalismo, negócios e empreendedorismo em mídia e políticas de comunicação. Outros objetos de pesquisa podem ser considerados se tiverem relação com o trabalho do candidato e se o instituto entender que seu estudo pode contribuir para a excelência do jornalismo.

Os candidatos devem ser fluentes em inglês e ter no mínimo cinco anos de experiência em jornalismo, seja em mídias impressas, digitais ou rádio e TV. Durante o programa, os estudantes não podem ter outro emprego ou atividade. Jornalistas freelancers são incentivados a se inscrever, mas o Instituto Reuters destaca que não deve selecionar profissionais sem experiência relevante recente ou que não pretendem continuar a trabalhar como jornalistas após o fim do programa.

A bolsa cobre as taxas do programa e viagens de ida e volta do país de origem dos selecionados para a universidade. Também são oferecidas £ 2 mil mensais (cerca de R$ 8,8 mil) para custos do dia a dia. Há possibilidade de os estudantes buscarem outras fontes de financiamento para ingressar. Os estudantes inscritos nos programas do Instituto Reuters geralmente conseguem se hospedar no North Oxford Overseas Centre, centro residencial da própria Universidade de Oxford.

As inscrições podem ser feitas por meio deste link. Para concorrer, é preciso selecionar a opção “Thomson Reuters Foundation Fellowships” (o formulário também é usado para inscrições em outros programas do Instituto Reuters) e enviar (em inglês) currículo, carta de apresentação, projeto de pesquisa, referências e amostras de trabalhos. Jornalistas que não têm o inglês como primeira língua também precisam comprovar fluência. Instruções específicas sobre como devem ser enviados esses materiais podem ser lidas aqui.

Para mais informações, acesse o site e as perguntas frequentes dos programas de bolsas do Instituto Reuters.