Skull Island, a ilha do King Kong, pode ser encontrada no Google Maps

Matéria publicada originalmente aqui.

Em 1973, um grupo de militares, cientistas e caçadores de monstros dos EUA partiram em uma missão especial: mapear uma ilha recentemente descoberta que esconde um grande segredo.

Esta é a sinopse de Kong: A Ilha da Caveira, o mais recente longa-metragem da franquia King Kong, lançado no Brasil na última quinta-feira (09). A produção traz Tom Hiddleston, Brie Larson e Samuel L. Jackson no elenco.

Embora seja uma obra de ficção, a Skull Island pode ser encontrada nos serviços de mapas do Google. Localizada no meio do oceano pacífico, a ilha é uma ação promocional para o filme.

Apesar da brincadeira, os usuários que navegarem pelo Google Maps poderão ver fotos, imagens em 360 graus e comentários de pessoas que dizem ter feito algum tipo de tour pelo local.

Teria a Skull Island alguma ligação com misteriosa ilha da queda do voo Oceanic 815?

 

Good Night Stories For Rebel Girls

Estava visitando o tumblr da Fa Conti e achei uma postagem que falava sobre educação pelo exemplo. E como boa pedagoga que sou (ou penso eu que sou) fui dar uma espiada.

O vídeo que a Fa divulgou em seu blog se trata de um projeto organizado por Francesca Cavallo e Elena Favilli de título “Good Night Stories for Rebel Girls” uma coleção que reúne 100 histórias para a hora do sono das crianças sobre a vida de 100 extraordinárias mulheres do passado e do presente, ilustrado por 60 artistas mulheres de vários lugares do mundo.

Na sessão de depoimentos de leitores há comentários bem interessantes. Uma mãe comentou:

“Nossa filha de 4 anos tem pedido trechos do livro durante a hora do sono TODAS AS NOITES desde que ela ganhou o livro no natal. Assim como ela ama ouvir estas histórias, nós amamos contá-las para ela. As brincadeiras imaginativas dela atualmente incluí piratas, pilotos, e políticos… o que é mais legal do princesas”.

De acordo com as organizadoras a obra tem como intuito celebrar a vida e a trajetória de mulheres extraordinárias, pois mulheres reais do passado e do presente tem alcançado incríveis resultados, apesar de tudo. São aquelas garotas rebeldes cuja as ações tem mudado o curso da história. Pintoras, cientistas, dançarinas, chefes, astronautas, cantoras de jazz, faraós, lutadoras de boxe, escritoras, líderes na política vindas de cada parte do planeta.

A coleção de histórias para a hora do sono tem por objetivo inspirar jovens garotas e suas mães, suas tias, suas primas, etc., para serem mais confiantes, sonhar grande e cultivarem sua força.

Neste vídeo de divulgação do trabalho, uma mulher e uma garota estão em uma livraria procurando livros que não falem sobre princesas ou tenham como personagens principais mulheres ou garotas. Conforme elas avançam a pesquisa nas prateleiras das estantes de livros elas se dão conta que há pouquíssimos títulos que fujam dessas convenções. O vídeo constata o que muitas de nós já sabemos, mas vale a pena conhecer e divulgar o projeto exatamente por este apontar um problema que insiste e persiste.

 

Rails Girls Novo Hamburgo: relato

Na semana passada (10 e 11 de março) rolou um evento muito bacana no Campus 2 da Feevale em Novo Hamburgo. O evento foi organizado pelas Rails Girls de NH, um grupo de gurias super-ultra-mega power-geeks que compartilham a paixão pelo ruby – uma linguagem de programação interpretada multiparadigma desenvolvida em 1993 no Japão por Yukiro “Matz” Matsumoto, para ser usada como script. Sobre a motivação para criar esta nova linguagem, Matsumoto disse que “Eu queria uma linguagem de script que fosse mais poderosa do que Perl, e mais orientada a objetos do que Python. É por isso que eu decidi desenvolver minha própria linguagem.” (Fonte Wikipédia)

Sabe quando tu se cansa de tudo e sente que o tem disponível não atende as tuas necessidades? Foi por essa razão que esta linguagem nasceu e ela ficou tão popular que segundo o Índice Tiobe, Ruby é a 10ª linguagem de programação mais popular do mundo, sendo muito utilizada para criação de aplicativos e desenvolvimento de websites. O público-alvo do evento eram garotas, mas vi muitos guris por lá, ora prestigiando o evento ou ajudando na programação.

Eu consegui participar da oficina inicial e foi muito bacana, pois aprendi a criar um diretório e organizar as pastas do projeto que  eu estava desenvolvendo. O evento contou ainda com a participação de representantes de empresas chiquérrimas na área da tecnologia como a SAP e a 4All que contaram estão abrindo novas oportunidades e acreditando no talento das mulheres, especialmente naquelas áreas/setores dominadas por homens, como a programação e T.I.

Além disso, as gurias destacaram iniciativas e políticas internas que possibilitam crescimento na carreira, igualdade salarial e o principal: o combate fortíssimo contra a discriminação e assédio sexual e moral contra mulheres e grupos LGBT.

Outro ponto forte do evento em minha opinião foi a distribuição de brindes (eu sou brindeira assumida e amei os bloquinhos de papéis, cadernos e canetas – são sempre úteis e eu odeio comprar cadernos para a faculdade).

Durante o evento rolou um coffeebreak bacanudo repleto de guloseimas vegana.

Nota: As gurias falaram da necessidade de uma coerência quanto a opção por alimentos de origem animal, que eu realmente aprecio, mas atualmente não sou vegana e nem vegetariana, então vou ser honesta ao dizer que eu ficaria mais feliz se tivesse umas coxinhas de galinha desfiada ou pastéis de carne moída. 🙂

Conheci umas pessoinhas legais e o pessoal simpático da organização. No mais, este foi o meu relato. E espero participar de mais eventos organizados pelas Rails Girls.

Foi bom voltar a Novo Hamburgo: a cidade dos sapatos.

Confiram as fotos do primeiro dia do evento aqui.