Pieces – Jardier

Lyrics:

When you feel so lost that you don’t know where you stand,

You’re thinking of all the bad things that you’ve done.

You’re picking up the pieces of who you used to be,

Brighter than Orion, deeper than the sea.

Did you see it all?

Did you see the big picture?

Stand in it?

With your back against the wall,

Did you never fear to fall?

When all our time is gone,

Gone gone

When all my time is gone.

You never missed a chance,

To be somebody else to the rest of this world.

You lived at your own pace,

I bet you never thought your life could turn out this way.

When all our time is gone,

Gone gone.

When all my time is gone.

When all our time is gone,

Gone gone.

When all my time… Picking up the pieces of who we used to be.

My my my, my oh my.

George R.R. Martin dará bolsa de estudos para autores de fantasia

RIO — Autor da saga “As crônicas de gelo e fogo”, que deu origem à série “Game of Thrones”, da HBO, George R.R. Martin quer ver seu mercado crescer. O autor anunciou, em seu blog oficial, que vai bancar uma bolsa de estudos para um escritor interessado em criar universos de fantasia — como o continente Westeros, onde se passa “Game of thrones”, ou a Terra Média de “O Senhor dos Anéis”.

Martin cita na postagem que, entre os demais elementos de uma boa história, “a fantasia épica também requer um cenário memorável”. O vencedor ganhará um curso de escrita com duração de seis semanas, que ocorrerá em Seattle, nos Estados Unidos.

PROCESSO DE SELEÇÃO

Para ele, a explosão de popularidade da série de livros “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien, nos anos 60, fez com que muitos leitores se interessassem mais pelo universo das obras.

“O poster em milhares de dormitórios de faculdades pelo país não era de um personagem ou uma cena, mas sim um mapa da Terra Média”, diz um trecho da postagem.

A seleção será anual e o bolsista escolhido em um julgamento “às cegas” dentre os que se inscreverem para o curso, o Clarion West Writers Workshop. Os critérios levados em conta serão o talento na criação de universos fictícios e a necessidade financeira pela bolsa.

Segundo a postagem, não haverá limitações de idade, raça, sexo, religião, cor da pele, local de origem ou campo de estudo. A bolsa cobrirá, durante as seis semanas, taxas de estudo, matrícula e alojamento.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/cultura/livros/george-rr-martin-dara-bolsa-de-estudos-para-autores-de-fantasia-22340469#ixzz55bS9U1Yt
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Em busca de um sonho com @davizinhoradical

Destaque no tumblr do Instagram de hoje é um campeão mirim de Surfing adaptado ISA (uma modalidade deste esporte para pessoas com algum tipo de deficiência ou restrições de mobilidade física).

Davi Teixeira de Aguiar (@davizinhoradical) disse em entrevista que ao praticar surfing se sente mais livre. “Comecei a me apaixonar pelo esporte e a competir em campeonatos mundiais”. O surfista nasceu no Rio de Janeiro com a síndrome da banda amniótica, uma condição rara causada no útero de sua mãe.
 
O atleta contou que tem grandes objetivos para este ano, incluindo se tornar um campeão mundial e fazer parte de uma equipe brasileira paraolímpica. “Todo mundo deve correr atrás dos sonhos com a maior quantidade de fé, determinação e vontade, porque nesta vida muito curta, temos de dar o nosso melhor e motivar os outros”, diz ele.
 
 
 

Conheça Kuka: Um robô automático para uso em estúdios de TV

Este projeto foi criado pela empresa Cine TV Broadcast Systems de Sonthofen por integrantes da equipe KUKA. A solução conta com o robô de construção leve KUKA LBR iiwa com 14 quilos de capacidade de carga em pintura preta e fosca, a unidade de comando do robô KUKA, o painel de comando, um teleprompter e a câmera de produção ao vivo.

O robô pode criar movimentos de câmera interessantes controlados remotamente em um estúdio de notícias para trazer mais dinâmica para o programa. Com a solução de robô é possível programar rapidamente novas configurações e reprogramar inclusive em modo ao vivo, se necessário. O sistema é tão silencioso que é possível colocar o equipamento em modo ao vivo sem prejudicar o áudio.

 

“O bom gosto vem pelo acesso” notas sobre o texto “A TV como prática narrativa de nosso tempo” de Rosa Maria Bueno Fischer

                                                Por Rafaela Melo 
                                                         
Quando assistimos a programas alternativos, de emissoras locais ou de tevês educativas e culturais, podemos constatar a real possibilidade de novas linguagens, a abertura de espaços a vozes diversas, além de outros usos de tempo, em telejornais, documentários, reportagens e também programa de ficção; ao mesmo tempo, constatamos a força das grandes emissoras e seus modos de narrar a vida brasileira (e de outros pontos do planeta), no sentido de também padronizar a própria maneira de fazer televisão.

 “Precisamos criar mecanismos, na sociedade civil para exigir uma TV melhor, mais criativa, mais respeitosa conosco, com as maiorias e as minorias deste país. Exigir qualidade (e pensar sobre o que nos é mostrado) não é exigir censura, é lutar por direito legítimo.

De um modo geral, as duas citações tocaram-me por falarem de possibilidades e crítica ao modelo vigente. Possibilidades de lutar por uma TV de qualidade sendo esta acessível a maioria da população e que ao pensar e refletir sobre as razões pelas quais fazem dessa ideia um tanto ambiciosa e aparentemente utópica, surgem as críticas ao modelo hegemônico de se fazer e produzir TV não só no Brasil, mas no mundo globalizado.

Inicio o comentário, afirmando que já existem redes de TV de qualidade, não apenas programas alternativos mas espaços bem diferenciados do que estamos tão habituados encontrar quando apertamos o botão power do controle remoto. A lista é imensa: Documentários e Filmes (locais, nacionais, de outros países, caseiros, bem produzidos, em curta, média ou longa-metragem) de todos os gêneros possíveis, jornalismo e debates com a participação popular, desenhos animados educativos, programas sobre direito, inclusão, saúde, cidadania, arte, cultura, música, meio ambiente, segurança pública, relações exteriores, economia, educação e muitos outros. Apresento-lhes uma boa notícia, tudo isso e muito mais tem estado há muitos anos disponível em canais de televisão públicos e abertos, canais estes de TV financiados com dinheiro público.

É comum se ouvir quando se afirma que existe canais de TV de qualidade argumentos como: “o púbico em geral não valoriza esse tipo de TV”, “o público só gosta de lixo”, “O público não quer TV de qualidade, quer banalidades” e outros argumentos de cunho elitistas como já muito bem destacado por BUCCI (1997; 2004), argumentos que em geral defendem a culpabilidade e o “mau gosto” das massas pela falta de qualidade dos programas nas grandes emissoras de televisão.

Peço-lhes licença para seguir por um outro viés: o do gosto. Viés muito bem discutido nos estudos encontrados sobre Arte e Estética, com brilhantes contribuições de teóricos que vão dos Gregos, David Hume e Immanuel Kant, Walter Benjamin (e sua turma) e outros mais contemporâneos. Não irei me basear em nenhum desses teóricos. Mas sim, em um dos nossos encontros em sala de aula, em que perguntei à professora Rosa sobre como o gosto se construía. Uma das respostas que surgiram no debate foi a de que o “a construção do gosto também se dá pelo acesso” e essa resposta me inquietou de tal ponto que me fez pensar sobre as condições existentes em nosso país sobre o acesso a essa tão sonhada TV de qualidade.

Percebi então uma problemática: Temos TV de qualidade e gratuita disponível no Brasil? Sim, temos. A maioria da população Brasileira tem acesso a todo conteúdo elaborado e financiado com o próprio dinheiro público? Não, não têm. Parece absurdo e alguém logo me refutará dizendo que, existem em média mais de 55 canais de TV públicos, sim e que toda a população tem acesso.

Quero deixar claro a diferença entre uma TV pública e uma Concessão Pública para a minha argumentação ficar mais clara: Uma Concessão Pública é meramente uma faixa do espectro eletromagnético de 6 MHz (canal), que dá direito a uma instituição o direito de transmitir sinais de televisão, em potência pré-determinada no momento da concessão, enquanto uma TV Pública possui toda sua programação, produção, equipamentos de transmissão e funcionários financiados com dinheiro público.

Falarei utilizando alguns termos técnicos sobre como o acesso a TV aberta tem se dado no Brasil nos dias atuais. A dita TV Aberta é transmitida em duas faixas: VHF1 e UHF2, divididas em 82 canais. Dependendo da concessão, a potência pode variar de 25w até centenas de kilowatts, o que determina a sua abrangência, que pode variar de 1km até centenas de quilômetros. Por outro lado, há os equipamentos receptores, que podem ser televisores, telas, celulares ou certos tipos de placas para computador, equipamentos estes, que hoje são baratos e estão acessíveis ao público nas mais diversas lojas. A população ao ouvir o termo TV aberta, o associa quase que imediatamente aos canais disponíveis nos aparelhos de TV simples, porém, a TV aberta também encontra-se em outras formas praticamente inacessíveis.

Ao observar a lista de canais públicos e abertos existentes no Brasil, nota-se que a maior parte dos canais são transmitidos para todo o país via satélite, e uma minoria possui retransmissoras locais de baixa potência, em algumas capitais, é o caso de TVs educativas ou legislativas, e ainda assim a potência de transmissão das mesmas costuma ser baixa, o que reduz a abrangência a poucas cidades.

A TV Senado pode ser captada em todo o território nacional por antenas parabólicas dos tipos analógico e digital. Veja como sintonizar: Antena Parabólica – Sistema Analógico: Satélite – C2; Transponder – 11 A2 Polarização: Horizontal; Frequência – 4.130 MHz Antena Parabólica – Sistema Digital: Satélite – C2 ; Transponder – 1 BE, Polarização: Vertical; Frequência – 3.644,4 MHz ou 1.505,75 MHz;Antena – 3,6 m; PID – Vídeo: 1110 / Áudio: 1211 / PCR: 1110; Receptor de Vídeo/Áudio Digital NTSC MPEG-2 DVB; Symbol Rate – 3,2143Ms/s; FEC – ¾”.

Texto extraído de www.senado.gov.br em 14 de abril de 2012.

Segundo o texto acima, a TV Senado pode ser captada em todo o território nacional, mas fica a questão: quem pode colocar uma antena de 3,6m de diâmetro em cima do telhado e comprar um receptor digital de satélite? A TV Senado está no satélite C2 em banda L, junto com a TV Escola, mas se olharmos outros canais, como a TV Assembleia de Porto Alegre, está no satélite C3 em banda C, o que demanda outra antena e outro equipamento, e obviamente muito mais dinheiro, o que faz destes canais algo inacessível ao grande público.

Sendo assim, constata-se que o acesso a canais públicos e de qualidade tem sido negado a própria população que financia esses canais e por outro lado permite-se o monopólio das grandes emissoras privadas o que fere gravemente a Constituição Federal de 1988 (art. 220, parágrafo 5°: “Os meios de comunicações não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio).” como também criticado por BUCCI (1997), na prática fica apenas no papel e no desconhecimento da população.

Portanto, lutar por democratização nas comunicações e por uma TV de qualidade, não é apenas exigir programas de qualidade em emissoras privadas, mas é principalmente lutar por melhores condições de acesso e abertura para participação da maioria da população em redes públicas e outras já existentes, lutar por politicas de financiamento e de democratização da liberação de concessões, para que a TV, esse meio de comunicação – o mais utilizado em nosso país-, construa novas formas de resistência à padronização e a homogenização, valorizando e afirmando as diferenças e construindo-se diferentes narrativas e por fim, uma TV diferente e ao mesmo tempo mais igualitária.

REFERÊNCIAS

BUCCI, Eugênio. Por que falar de televisão? Prefácio. In:__.Brasil em tempo de TV. São Paulo: Boitempo, 1997, p. 11-38.

BUCCI, Eugênio. A crítica da televisão. In: __KEHL, Maria Rita; BUCCI, Eugênio. Videologias. São Paulo: Boitempo, 2004, p. 27-42.

CANAIS PÚBLICOS DE TV: em http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Canais_de_televis%C3%A3o_p%C3%BAblicos_do_Brasil Acesso em 14 de abril de 2012.

FISCHER, Rosa Maria Bueno. O dispositivo pedagógico da mídia: modos de educar na (e pela) TV. Educação e Pesquisa. [online]. 2002, vol. 25, no.1, p. 151-162. Texto disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022002000100011. Acesso em 18 de março de 2012.

FUNDAÇÃO CULTURAL PIRATINI – TVE – Programação Semanal: em http://www.tve.com.br/?model=conteudo&menu=163 Acesso em 14 de abril de 2012.

TV CÂMARA – Programação Semanal: em http://www.camara.gov.br/internet/tvcamara/?lnk=PROGRAMACAO-DIARIA-TV-CAMARA&selecao=PROGRAMACAO Acesso em 14 de abril de 2012.

TV ESCOLA: em http://pt.wikipedia.org/wiki/TV_Escola Acesso em: 14 de abril de 2012.

TV SENADO (como sintonizar):em http://www.senado.gov.br/noticias/tv/pagina.asp?cod_pagina=4 Aceso em: 14 de abril de 2012.

1Very High Frequency: Faixa entre 30 e 300 MHz

2Ultra high Frequency: Faixa entre 300 e 3000 MHz

Nota da autora: O texto é antigo (escrito em 2012) e portanto requer novas atualizações e revisões gramaticais e teórico-conceituais. 

Fórum de Davos criará Centro Global para Cibersegurança

Fonte: Época Negócios.

Fórum Econômico Mundial anunciou nesta quarta-feira (24/01) a criação de um Centro Global para o Ciberespaço, que estará em operação a partir de março e com o qual pretende fomentar desde Genebra a colaboração pública-privada na luta contra as ameaças cibernéticas.

O diretor do Fórum, Alois Zwinggi, explicou em uma coletiva de imprensa que “claramente a cibersegurança se transformou em um dos temas mais importantes do mundo”, já que o custo dos crimes cibernéticos chegam globalmente a US$ 500 bilhões a cada ano.

A segurança cibernética “afeta todos os aspectos da sociedade, incluido o crescimento econômico”, disse, para acrescentar que o Fórum vê como uma “clara necessidade de uma melhor cooperação” entre o setor público e privado.

O Fórum Econômico Mundial, com sede em Genebra, “está comprometido – disse – em fazer o ciberespaço mais robusto e resistente”, através da busca de soluções comuns.

O Centro se centrará em cinco áreas, mas quer seguir implementando e aproveitando fóruns e iniciativas atuais.

Concretamente, o Fórum de Davos quer estabelecer um “depósito” para a informação cibernética, já que “é crucial que o setor público e o privado compartilhem dados globalmente”, apontou Zwinggi.

O Fórum Econômico Mundial também pretende gerar oportunidades educativas em cibersegurança, especialmente em países com muito potencial para reforçar a defesa.

Além disso, a organização quer elaborar recomendações para marcos reguladores neste campo e definir o futuro de cenários em matéria de cibersegurança.

O Centro estará situado em Genebra e entrará em operação a partir de março, disse Zwinggi, e ainda que fará parte do Fórum Econômico Mundial, terá sua própria organização e infraestrutura.

Os membros serão companhias globais que são mais afetadas pelas ameaças cibernéticas e governos do G20 e outros países relevantes, para além de organizações internacionais.

O diretor da Europol, Rob Wainwright, qualificou a criação do Centro como um passo “importante” na luta contra as ameaças cibernéticas e explicou que, do que ele pode ver no mundo todo, e especialmente na Europa – onde sua organização acolhe o Centro Europeu contra o Cibercrime -, “as ameaças estão se transformando em mais complexas, desafiadoras e maiores”.

Wainwright lembrou que há cerca de 4 mil ciberataques de vírus “randsomware”, impulsionados pelo abuso “delitivo de moedas virtuais”.

Wainwright mencionou especificamente o caso, em maio, do ataque do vírus “WannaCry”, que afetou serviços públicos e empresas em grande parte do mundo, ao bloquear computadores e exigir um resgate de US$ 300 (254 euros).

“O que vimos são roubos de dados que causam impacto em milhões de usuários” e há uma tendência de ataques para serviços cruciais, como o setor bancário, que está na primeira linha de fogo dos delinquentes, sustentou. 

O fim do Recreio

No Congresso Nacional, um projeto de lei pretende acabar com o recreio escolar. Ao mesmo tempo, em uma escola municipal de Curitiba, um grupo de crianças pode mudar toda essa história.

Recheado de vibrantes brincadeiras infantis, O Fim do Recreio é um curta-metragem para todos os públicos, que bota a boca no trombone e avisa: cobra parada não come sapo! Prêmios:

– Foi o grande vencedor da 11ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, escolhido pelo Júri Oficial e pelo voto do público infantil

– recebeu um Prêmio Aquisição da TV Brasil – Escolha do Júri Popular na 14ª Mostra de Cinema de Londrina

– recebeu um Prêmio Aquisição da RPC TV

– Melhor filme pela crítica e pelo público no XI Araribóia Cine

– Festival de Niterói.

Participações:

– Curta como quiser 2012

– 9 º Amazonas Film Festival

– Instituto Cultural Cinema Brasil

– 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro

– 22º Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro

– 6ª Mostra CineBH

– 2ª Mostrinha de Cinema Infantil de Vitória da Conquista – Bahia

– 14ª Mostra Londrina de Cinema

– 14º Festival Internacional de Curtas de BH

– Mostra dos filmes da Lei de Incentivo à Cultura

– Fundação Cultural de Curitiba

– 23º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo

– 10º Festival Internacional de Cinema Infantil – FICI 2012

– Festival Chico – Palmas –

7ª Mostra Audiovisual de Cambuquira – MOSCA

– 11ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis

– 7ª Mostra de Cinema de Ouro Preto – CINEOP – Democracine 2012 – Porto Alegre www.parabole.com.br

FICHA TÉCNICA

Personagens:

Felipe: Weslei Eduardo Alves de Lima

Cleber: Jackson Thierry do Nascimento Neres

Pedro: Enzo Tommasi

Senador: Vinicius Mazzon

Apresentadores dos telejornais: Gustavo Horn

Voz de manchete de jornal: Nélio Spréa

Diretora: Kátia Horn

Inspetora: Greice Barros

Professora: Luana Godinho

Direção Vinicius Mazzon e Nélio Spréa

Assistente de direção Rafael Martins Roteiro Vinicius Mazzon e Nélio Spréa

Edição Vinicius Mazzon e Gustavo Horn

Animação Gustavo Horn

Direção de fotografia Lucas Rachinski

Trilha Sonora original Ale Age

Produção Parabolé Educação e Cultura

Coordenação de produção

Celeste Fernandez

Equipe de produção

Rafael Martins

Pietro Rosa

Vinicius Mazzon

Nélio Spréa Gustavo

Yuki Miyakawa

Renata Melão

Pesquisa de jogos e brincadeiras

Nélio Spréa

Direção de arte

Fabiola Bonofiglio

Câmera

Lucas Rachinski

Assistente de câmera

Gustavo Yuki Miyakawa

Design de som

Rafael Puppi, Nélio Spréa e Luigi Castel

Captação de áudio

Luigi Castel e Valderval de Oliveira

Maquiagem

Isa Todt

Colorista

Lucas Rachinski

Instituto Reuters tem bolsas de estudos para jornalistas

Texto original publicado aqui.

As bolsas do Instituto Reuters podem financiar projetos nas áreas de jornalismo e democracia, prática em jornalismo, negócios e empreendedorismo em mídia e políticas de comunicação

Estão abertas até 31 de janeiro de 2018 as inscrições para a Bolsa Thomson Reuters Foundation, promovida pelo Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo. O programa seleciona jornalistas de diversos países para desenvolverem e publicarem pesquisas em temas relevantes sobre a indústria de mídia global. As aulas acontecem Universidade de Oxford, na Inglaterra, à qual o instituto está vinculado.

No programa, sob mentoria de pesquisadores da universidade, os selecionados terão a oportunidade de desenvolver entendimento acadêmico sobre questões que os afetam diariamente na profissão. Também poderão participar de seminários, conhecer especialistas e líderes do jornalismo e visitar redações como Reuters, The Financial Times, BBC, The Economist and The Guardian. São seis vagas no total, e a duração do programa pode ser de três ou seis meses.

As bolsas de jornalismo do Instituto Reuters podem financiar projetos nas áreas de jornalismo e democracia, prática em jornalismo, negócios e empreendedorismo em mídia e políticas de comunicação. Outros objetos de pesquisa podem ser considerados se tiverem relação com o trabalho do candidato e se o instituto entender que seu estudo pode contribuir para a excelência do jornalismo.

Os candidatos devem ser fluentes em inglês e ter no mínimo cinco anos de experiência em jornalismo, seja em mídias impressas, digitais ou rádio e TV. Durante o programa, os estudantes não podem ter outro emprego ou atividade. Jornalistas freelancers são incentivados a se inscrever, mas o Instituto Reuters destaca que não deve selecionar profissionais sem experiência relevante recente ou que não pretendem continuar a trabalhar como jornalistas após o fim do programa.

A bolsa cobre as taxas do programa e viagens de ida e volta do país de origem dos selecionados para a universidade. Também são oferecidas £ 2 mil mensais (cerca de R$ 8,8 mil) para custos do dia a dia. Há possibilidade de os estudantes buscarem outras fontes de financiamento para ingressar. Os estudantes inscritos nos programas do Instituto Reuters geralmente conseguem se hospedar no North Oxford Overseas Centre, centro residencial da própria Universidade de Oxford.

As inscrições podem ser feitas por meio deste link. Para concorrer, é preciso selecionar a opção “Thomson Reuters Foundation Fellowships” (o formulário também é usado para inscrições em outros programas do Instituto Reuters) e enviar (em inglês) currículo, carta de apresentação, projeto de pesquisa, referências e amostras de trabalhos. Jornalistas que não têm o inglês como primeira língua também precisam comprovar fluência. Instruções específicas sobre como devem ser enviados esses materiais podem ser lidas aqui.

Para mais informações, acesse o site e as perguntas frequentes dos programas de bolsas do Instituto Reuters.