Nathalia Marques compartilha sua experiência de worldpackers em Gramado

Publicado originalmente aqui.

WP: Por que você escolheu esse anfitrião?

Bom, eu sou nômade digital e estou sempre procurando um novo destino.

Na época, eu tinha passado um tempo na minha cidade e sentia que já estava na hora de cair na estrada novamente. Contudo, eu não tinha nenhum destino em mente. Quando vi a vaga do Hostel Chocolatchê achei uma ótima oportunidade para conhecer Gramado.

WP: Como era o seu dia-a-dia como worldpacker?

Minha rotina era muito tranquila. No Hostel Chocolatchê, eu cuidava das redes sociais e trabalhava cinco horas por dia.

Para conseguir aproveitar a viagem melhor, programei meu horário para a parte da manhã, pois assim tinha a tarde livre.

WP: Quais lugares conseguiu conhecer no seu tempo livre?
Conheci todos os lugares que me interessavam, por exemplo, Lago Negro, a Rua Torta, a Praça das Etnias, Canela e outros.

Algo muito interessante foi a possibilidade conhecer mais sobre a cidade com os moradores. Foi uma experiência bem profunda.

WP: Quanto gastou com alimentação, transporte e passeios?
Fiquei cerca de 20 dias em Gramado e acredito que gastei mais ou menos uns R$500.

Contudo, preciso destacar que meu modo de viajar é bem econômico.

Por exemplo, ando de ônibus, caminho muito, a maioria das minhas refeições são preparados no hostel e sempre priorizo passeios gratuitos.

WP: Qual é a coisa mais incrível sobre esse anfitrião?

O mais bacana é que a Raquel, dona do Hostel, te deixa muito a vontade para fazer seus horários e faz você se sentir em casa. Além disso, não tive problema em agendar minha folga.

About the Author

Rafaela da Silva Melo

31 anos, Pedagoga, apaixonada por livros, filmes, músicas, quadrinhos, animais, natureza, boa comida e viagens.

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