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O último adeus da Sexton Blake em Pelotas

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Infelizmente minha história em Pelotas terminou, não exatamente da forma como eu gostaria, mas terminou. Foi ótimo ter passado os últimos meses morando naquele simples apartamento (só meu) na Duque de Caxias. Morar totalmente sozinha tem suas vantagens e desvantagens, sobre a últimas é a de não ter com quem contar ou segurar as pontas quando as coisas ficaram difíceis para mim, especialmente depois que fiquei sem receber o auxílio estudantil durante o mestrado que foi bastante atribulado.

Problemas existem, não há como negá-los e tentar escondê-los ou ocultá-los para que estes não sejam vistos só torna tudo pior e estes meses me ensinaram muito sobre isso.

O lado positivo: Pelotas é uma cidade acolhedora e tudo me fazia lembrar sobre os meus livros do Gilberto Freyre e tudo que eu tinha aprendido sobre nossa identidade de colonizados na escola, com ênfase nos aspectos mais positivos e menos dramáticos. Ter ido ao festival internacional de música e para a FENADOCE foram coisas do tipo “made my day” e muito divertidas também.

Por fim, seguem minhas últimas fotos em Pelotas. De uma referência ao famoso Pagode Chinês “The Liuhe Pagoda” (Six Harmonies Pagoda) de Hangzhou, situado na província de Zhejiang na China, construído em 1165 AD durante a Song Dynasty presente no prédio arquitetônico da rodoviária de Pelotas.

De Pelotas fui para Porto Alegre onde ficamos por cinco dias e aproveitamos bastante para conferir as últimas exposições nos principais museus da cidade, fazer uma pausa para o lanche no Chalé XV, e o mais bacana: assistir ao 3° Festival BB de Blues e Jazz e ufa! após longas  caminhadas pelo centro histórico e Bom Fim arrumamos as malas e voltamos para Recife que nos recebeu de braços abertos. 

É bom voltar para casa. Nada melhor que rever a família e amigos e se preparar para o natal. 

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