Rafaela Melo

François Truffaut: os filmes de uma vida da Sala Redenção na UFRGS

Em julho e agosto a programação da Sala Redenção contempla três capítulos do livro Os filmes de minha vida*, de François Truffaut. No início de julho exibiremos filmes de Douglas Sirk, Charles Vidor e Billy Wilder e para finalizar será exibido o capítulo dos filmes americanos. A segunda parte será dedicada aos franceses – Claude Autant-Lara, Jacques Becker, René Clément, Henri-George Clouzout, Albert Lamourisse, Max Ophüls e Jacques Tati – e a terceira introduzirá dois diretores do capítulo intitulado por Truffaut de Alguns Outsiders.  Serão exibidos deste capítulo filmes de Igmar Bergman e Luis Buñuel.

A exibição dos filmes é gratuita e integra a comemoração dos 80 anos da Universidade.

Confira a programação completa: http://www.difusaocultural.ufrgs.br/projeto.php?id=3

Aviso-lhes que das 16h às 22h de segunda à sexta minha agenda estará lotada. =)

Publicação: Revista Tecnologias na Educação – Ano 6 – número 10 – Julho de 2014.

Olá pessoal! Final de semestre sempre tem novidades. Saiu essa semana uma publicação minha em parceria com o Breno Neves que apresenta uma discussão e algumas possibilidades de uso educacional dos dispositivos móveis, tão presentes em muitas salas de aula e em nosso cotidiano.

Título: Aplicativos Educacionais Livres para Mobile Learning

Autores: Rafaela da Silva Melo e Breno Gonçalves Bragatti Neves

Resumo: Este artigo apresenta o levantamento e identificação dos aplicativos educacionais livres para uso em dispositivos móveis do repositório FOSS Apps para Android (F-Droid), como proposta de apoio e promoção da aprendizagem móvel mediada por tecnologias livres. Os dados referentes aos aplicativos coletados foram sistematizados, categorizados, catalogados e apresentados a partir dos níveis de ensino aos quais os aplicativos são indicados, as áreas de conhecimento que contemplam e as possibilidades didáticas que estes apresentam para a aprendizagem móvel a partir da criação de novos contextos de aprendizagem através da interconexão entre pessoas, tecnologias e ambientes.

Palavras-chaves: TIC’s; Tecnologias Livres; Mobile Learning.

Para ler o artigo na íntegra: http://tecnologiasnaeducacao.pro.br/?page_id=605

Publicação na Anagrama: Revista Científica Interdisciplinar da Graduação, Vol. 8, No 2 (2014)

Olá pessoal!

Saiu por estes dias um artigo meu em parceria com outros colegas na Revista Anagrama da USP.

Crianças Mobile: tecnologias móveis e as novas estratégias de marketing infantil

Autores: Rafaela da Silva Melo, Breno Gonçalves Bragatti Neves e André Ferreira Machado

Resumo: Este estudo tem como proposta investigar as novas técnicas e estratégias utilizadas por empresas desenvolvedoras de aplicativos que, para conquistar o público infantil e seus familiares, têm se valido de uma ampla gama de recursos que vão muito além da propaganda convencional. Para investigação, realizamos o levantamento dos 10 aplicativos infantis gratuitos em língua portuguesa mais instalados na loja de aplicativos Play Store da Google pelos usuários do sistema operacional móvel Android durante o ano de 2013, buscando investigar as principais estratégias de marketing infantil presentes nos anúncios e nos aplicativos, visando assim a contribuir para o debate sobre a relação entre as infâncias, as mídias e tecnologias digitais e o consumo na contemporaneidade.

Ler o artigo na íntegrahttp://www.revistas.univerciencia.org/index.php/anagrama/article/view/8714

Série fotográfica mostra o que pessoas de diferentes países comem num dia

Imagine fotografar tudo, absolutamente tudo o que você come diariamente. Agora, imagine comparar a sua foto com a de outras pessoas ao redor do mundo. É esse choque cultural que propõe o livro What I Eat: Around the World in 80 Diets, de Peter Menzel.

O autor e fotógrafo americano registrou os alimentos que 80 pessoas de 30 países diferentes costumam consumir num único dia. Essa fascinante viagem nos traz um registro impactante de hábitos e possibilidades que o mundo separa. “Tentamos escolher as pessoas que eram fortes (fisicamente) e, em seguida, pessoas mais frágeis”, diz Menzel, que comentou o desejo de ver o livro como uma ferramenta.

“O americano precisa aprender e usar o pensamento racional e a ideia de gostos diferentes. Descobrir o que outras pessoas estão fazendo  e talvez corrigir alguns dos nossos próprios hábitos – especialmente os maus hábitos”, destaca.

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O livro contém histórias detalhadas sobre os personagens. De um lutador de sumô japonês até um renomado chef espanhol, cada registro é uma inspiração para quem deseja buscar novas possibilidades de alimentação ou simplesmente é amante de fotografia.

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Fonte: http://www.hypeness.com.br/2014/03/fotografo-visita-30-paises-e-registra-habito-alimentares-das-pessoas/

 

 

Fotógrafo mostra crianças e seus brinquedos em 58 países

O fotógrafo italiano Gabriele Galimberti criou o projeto Toy Stories, no qual fez imagens de crianças do mundo todo cercadas por seus objetos favoritos, os brinquedos.

De acordo com Galimberti, um traço em comum era como os brinquedos refletiam o ambiente da criança. Uma menina de uma família rica de Mumbai, por exemplo, adora o jogo Banco Imobiliário, por gostar da ideia de construir casas e hotéis.

Mas, Ralf, de quatro anos e que mora em Riga, na Letônia quer ser campeão de Fórmula 1. A mãe dele é motorista de táxi.

O fotógrafo também notou diferenças entre as crianças na forma como se relacionam com seus brinquedos.

“As crianças mais ricas eram mais possessivas. No começo não me deixavam tocar nos brinquedos e eu precisava de mais tempo antes de elas me deixarem brincar”, disse.

“Nos países pobres era muito mais fácil. Mesmo se elas tivessem apenas dois ou três brinquedos, elas não se importavam (comigo tocando os brinquedos)”, acrescentou.

Em suas viagens, Galimberti mostrou desde crianças nos Estados Unidos, em quartos espaçosos e cercadas de brinquedos, até crianças em cabanas na África, com poucos objetos geralmente doados ou encontrados nas ruas.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/03/130321_galeria_brinquedos_fn.shtml

Alessia – Castiglion Fiorentino, Italy

Arafa & Aisha – Bububu, Zanzibar

Bethsaida – Port au Prince, Haiti

Cun Zi Yi – Chongqing, China

Kalesi – Viseisei, Fiji Islands

Maudy – Kalulushi, Zambia

Julia – Tirana, Albania

Enea – Boulder, Colorado

Davide – La Valletta, Malta

Chiwa – Mchinji, Malawi

Botlhe – Maun, Botswana

Virginia – American Fork, Utah

Tyra – Stockholm, Sweden

Tangawizi – Keekorok, Kenya

Taha – Beirut, Lebanon

Stella – Montecchio, Italy

Ryan – Johannesburg, South Africa

 

Shaira – Mumbai, India

 

Puput – Bali, Indonesia

Pavel – Kiev, Ucraina

Orly – Brownsville, Texas

Norden – Massa, Marocco

Naya – Managua, Nicaragua

World Press Photo 2014

 

World Press Photo 2014 Winner
Contemporary Issues, 1st prize

John Stanmeyer (USA) – Signal

John Stanmeyer, born in Illinois, is a founding member of the VII photo agency.
Living in the Far East for over twelve years, Stanmeyer has witnessed throughout that time nearly every major historical event in Asia, photographing the rapid changes taking place throughout the entire region. Working globally, he has focused on the plight of refugees from the Ugandan civil war, spent months chronicling the effects of the 2004 Tsunami and documented the mental healthcare crises in Asia. Prior to moving to Hong Kong in 1996, Stanmeyer covered the conflict in South Sudan, Eastern European social change after the fall of Communism, as well as numerous visits to Haiti to record the endless social tragedies plaguing the island nation. For over eight years he has documented the spread of HIV/AIDS through every country in Asia. Stanmeyer focus is on social injustices, eradication of global poverty, human rights and raising awareness for the sustaining vanishing cultures.

Working regularly for National Geographic Magazine, was on contract with Time Magazine for over 10 years and photographing for numerous other global publications, Stanmeyer has been the recipient of numerous honors including the prestigious Robert Capa award, named Magazine Photographer of the Year, awarded numerous World Press, Picture of the Year and NPPA awards and in 2008 received the National Magazine Award for this in-depth essay on the global Malaria epidemic. John’s latest book, Island of the Spirits, an journalist/anthropologic look at Balinese culture documented over the five years he lived on the island, was published in November 2010 (http://www.islandofthespirits.com)

In 2013, John opened The Stanmeyer Gallery & Shaker Dam Coffeehouse as a showcase for his work and his passion for spectacularly brilliant coffee, wrapping both entities around social change. He has recently moved back to the United States and lives with this wife, Anastasia, and their three children on a farm in the Berkshires of western Massachusetts.

[more World Press Photo 2014]

Aplicativos Infantis recolhem dados de crianças e não avisam aos pais, diz estudo

NOVA YORK – Relatório da americana FTC (Federal Trade Commission) revela que fabricantes de aplicativos estão deixando de fornecer aos pais informações adequadas sobre como seus aplicativos coletam e distribuem informações sobre suas crianças, apesar das advertências do governo americano.

Segundo o site “PC Magazine”, aplicativos móveis absorvem uma quantidade “alarmante” de dados sobre crianças sem divulgação.
A comissão concluiu hoje que, mesmo tendo a FTC lançado um relatório semelhante em fevereiro passado, pouco mudou desde então.

Na maioria dos aplicativos populares, não há uma boa maneira para os pais descobrirem que tipo de dados estão sendo coletados de seus filhos, nem se tais dados estão sendo compartilhados, e nem quem tem acesso a eles. Muitos destes aplicativos se conectam a redes sociais e silenciosamente enviam informações a terceiros, de modo que os pais ficam muitas vezes no escuro.

“Enquanto pensamos que a maioria das empresas tem as melhores intenções quando se trata de proteger a privacidade de crianças”, nós não vimos nenhum progresso quando a questão é garantir que os pais tenham certeza sobre quais informações eles precisam para fazer escolhas informadas sobre aplicativos para seus filhos”, disse o presidente da FTC, Jon Leibowitz, em um comunicado. “Na verdade, nosso estudo mostra que os aplicativos infantis desviam uma quantidade alarmante de informações a partir de dispositivos móveis sem revelar este fato para os pais.”

Leia mais sobre esse assunto em: http://oglobo.globo.com/tecnologia/apps-recolhem-quantidade-alarmante-de-dados-sobre-criancas-7000752#ixzz2tU1YDhSC

Publicação na Revista Novas Tecnologias na Educação: v. 11, n. 3 (2013)

Capa da revista

Título: O Espaço Paulo Freire do FISL como lócus de compartilhamento de conhecimento e aprendizagem colaborativa

Autores: Wilkens Lenon Silva de Andrade, Rafaela da Silva Melo

Resumo: O presente trabalho se apresenta como um relato da experiência de criação do Espaço Paulo Freire, um lócus criado a partir de um movimento de educadores e pesquisadores das tecnologias digitais livres aplicadas à educação, que ocorre anualmente no Fórum Internacional Software Livre. O Espaço tem como propósito discutir e socializar experiências de professores, gestores, estudantes e profissionais da educação de vários estados do país, com base no princípio do compartilhamento do conhecimento e da aprendizagem colaborativa. A partir das contribuições de Lévy (2004), Silveira (2004), Pretto e Pinto (2006), Dias (2011) e Pretto e Assis (2008), discutimos os conceitos de inteligência coletiva, aprendizagem em rede e compartilhamento do conhecimento. Como metodologia, realizamos uma pesquisa documental da trajetória de criação e construção do Espaço Paulo Freire e em seguida análise do corpus documental. Concluímos que iniciativas, como a da criação do Espaço Paulo Freire no maior evento de tecnologias livres da América Latina, tem promovido a interculturalidade, a autonomia intelectual dos alunos, o protagonismo docente, o compartilhamento e a socialização do conhecimento. E ainda fomentando a criação e a consolidação de comunidades para uma contínua colaboração em rede.

Publicação no Periódico Texto Livre – v. 6, n° 2, primavera de 2013.

Avaliação de Software Livre Educacional: Investigando o potencial de utilização do KDEdu nos anos iniciais do Ensino Fundamental

Autores: Rafaela da Silva Melo, Breno Gonçalves Bragatti Neves

Resumo: O presente trabalho tem como objetivo investigar o potencial dos softwares educacionais livres do projeto KDEdu para a utilização nos anos iniciais do ensino fundamental, além de apresentar contribuições e sugestões para o seu aperfeiçoamento. Destaca-se as contribuições de Campos (1993) e Boff & Reategui (2005), ao considerarem que avaliar um software educativo é levantar as reais possibilidades que determinado software apresenta para o processo de ensino e de aprendizagem. A metodologia utilizada consistiu na elaboração e aplicação de uma checklist baseada em critérios pedagógicos, com ênfase nas competências sugeridas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) para os anos iniciais do Ensino Fundamental e em critérios ergonômicos baseados nas atribuições da NBR ISO/IEC 9126-1 para a avaliação da qualidade de softwares. Posteriormente, foi realizada a análise e a avaliação de quatro diferentes aplicativos desenvolvido pelo projeto KDEdu (KanagramKturtleMarble e Kbruch). A partir da avaliação dossoftwares livres educacionais do projeto KDEdu, constatamos que, de um modo geral, estes apresentam propostas pedagógicas em consonância com a proposta curricular nacional, documentação consistente em língua portuguesa, são livres e necessitam de poucos recursos computacionais. Fatores que, se combinados, podem facilitar e ampliar a utilização de softwares livres educacionais nas instituições educativas.