Publicação: Periódico Texto Livre – v. 6, n° 2, primavera de 2013

Avaliação de Software Livre Educacional: Investigando o potencial de utilização do KDEdu nos anos iniciais do Ensino Fundamental

Autores: Rafaela da Silva Melo, Breno Gonçalves Bragatti Neves

Resumo: O presente trabalho tem como objetivo investigar o potencial dos softwares educacionais livres do projeto KDEdu para a utilização nos anos iniciais do ensino fundamental, além de apresentar contribuições e sugestões para o seu aperfeiçoamento. Destaca-se as contribuições de Campos (1993) e Boff & Reategui (2005), ao considerarem que avaliar um software educativo é levantar as reais possibilidades que determinado software apresenta para o processo de ensino e de aprendizagem. A metodologia utilizada consistiu na elaboração e aplicação de uma checklist baseada em critérios pedagógicos, com ênfase nas competências sugeridas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) para os anos iniciais do Ensino Fundamental e em critérios ergonômicos baseados nas atribuições da NBR ISO/IEC 9126-1 para a avaliação da qualidade de softwares. Posteriormente, foi realizada a análise e a avaliação de quatro diferentes aplicativos desenvolvido pelo projeto KDEdu (KanagramKturtleMarble e Kbruch). A partir da avaliação dossoftwares livres educacionais do projeto KDEdu, constatamos que, de um modo geral, estes apresentam propostas pedagógicas em consonância com a proposta curricular nacional, documentação consistente em língua portuguesa, são livres e necessitam de poucos recursos computacionais. Fatores que, se combinados, podem facilitar e ampliar a utilização de softwares livres educacionais nas instituições educativas.

Especial 12° OID: Arte e educomunicação na construção de fanzines

A oficina conduzida pela ativista gaúcha Malu Viana teve como foco a criação de fanzines analógicos e digitais. A palavra fanzine vem da contração da expressão em inglês fanatic magazine, que significa em português revista de fãs. Portanto, fanzines são publicações feitas por pessoas para outras pessoas que gostam de um determinado tema, sejam elas amadoras ou profissionais.

Por seu conteúdo depender exclusivamente dos interesses dos fanzineiros e fanzineiras (como são conhecidas as pessoas que publicam fanzines), praticamente existem fanzines sobre uma diversidade de temas: ficção-científica, música, literatura, culinária, aeronaves, e inúmeros outros, abordados sob as mais diversas formas: contos, poesias, documentários, quadrinhos e entre outros. Para Malu, o fanzine “é uma arte e uma alternativa de comunicação, que exige o pensar, o refletir, selecionar e desenvolver ideias”, além de ser um momento prazeroso e lúdico.

Texto e Fotografia: Rafaela Melo.

Especial 12ª OID Inventivid@des Digit@is: criando um amolador de facas com um HD

A palestrante Beatriz Pereira, do Telecentro Raposos em Minas Gerais, apresentou para o público (a maioria jovens participantes de projetos de Metareciclagem espalhados pelo país) a possibilidade de reutilização de HD’s e outros equipamentos danificados ou antigos em projetos inovadores e criativos.

Durante a oficina, Beatriz contou sobre seu primeiro contato com a informática, sua longa atuação nos telecentros e de como o encontro com a metareciclagem mudou a sua vida.

O momento mais esperado da oficina foi a apresentação do “amolador de faca com HD” construído pela própria Beatriz com ajuda dos monitores do telecentro. Para a construção dessa super máquina ela utilizou um HD danificado, uma “carcaça” de rádio e uma fonte de alimentação (o motor).

Não é feitiçaria é tecnologia!

Texto e Fotografia: Rafaela Melo.

Especial 12ª OID: Oficina discute cinema digital com um olhar racial

Por Rafaela Melo (12ª OID)

Os oficineiros Viviane Ferreira, Velluma Azevedo, Gustavo Ferreira e Mazai Azevedo que trabalham em parceira com as organizações Terreiro Manso Dandalungua Cocuazenza e uma associação terreiro Ilê Axé Oyá na Ilha de Barra Grande, em Salvador promoveram um debate sobre ferramentas audiovisuais e sua interface com a discussão racial. A oficina teve como proposta discutir as possibilidades no uso das ferramentas digitais em articulação com o movimento da inclusão digital, com ênfase na discussão racial.

Inicialmente, os oficineiros propuseram uma atividade sensorial, que consistiu de um passeio dos participantes da oficina pelo saguão do Hotel Nacional, todos com vendas em seus rostos para a formação de duplas e reconhecimento do outro. A proposta teve como o objetivo fornecer subsídios para a discussão sobre o modo como representamos o outro a partir das informações que recebemos sobre estes, sem ao menos conhecê-los.

Após o momento de sensibilização, os oficineiros apresentaram dois filmes: um curta metragem da Cineasta e Oficineira Viviane Ferreira, chamado “Mumbi 7Cenas Pós Burkina”, que mostra a angústia de Mumbi, uma jovem cineasta que, após participar de um dos maiores festivais de cinema do mundo, se vê enclausurada em seu interior sem saber qual será sua próxima obra.  A partir do diálogo entre seu pensamento e suas lembranças de obras marcantes do cinema brasileiro, Mumbi se liberta.

O segundo curta-metragem, “Cores e Botas” , escrito e dirigido por Juliana Vicente, conta a história de Joana, uma menina que tem um sonho comum a muitas outras dos anos 80: ser Paquita. Sua família é bem sucedida e a apoia em seu sonho. Porém, Joana é negra, e nunca se viu uma paquita negra no programa da Xuxa.

Os filmes promoveram debates entre oficineiros e participantes sobre a identidade individual e coletiva, o modo como representamos o outro e de que forma construímos e legitimamos estereótipos. Uma das participantes da palestra afirmou no debate após a exibição dos curtas: “temos que nos aceitar a ser como somos, nós negros crescemos com aquilo em nossa cabeça dizendo que não somos capazes, mas precisamos superar isso”. 

A ideia de trazer a oficina para o evento foi conectar a Inclusão Digital e Participação Social com o cinema, uma das tecnologias que movimenta bilhões por ano e que é dominada por um grupo social. O cinema constitui a nossa identidade e a nossa construção e representação de mundo. “Precisamos tomá-lo como nosso”, afirma a Cineasta Viviane Ferreira.

A proposta é olhar o audiovisual como uma possibilidade de utilização dessas ferramentas para a construção de novas narrativas, novas formas de ver e pensar o mundo. “Como identificamos no movimento da inclusão digital as discussões sobre a questões raciais? Basta ter corpos negros circulando na OID para dizermos que somos uma sociedade democrática e participativa? Encontramos a questão racial na programação e nas ações da OID?”, provoca a cineasta.

Um dos participantes do Rede Mocambo disse:

“Não queremos ser incluídos. Esta discussão está ultrapassada, queremos nos apropriar dessas ferramentas, ter o domínio dessas produções e não ser apenas utilizadores. Não queremos usar equipamentos da China, queremos produzir câmeras, queremos produzir softwares, queremos produzir equipamentos e produzir cinema, ou apenas beneficiaremos o mercado e ficaremos dependentes de tecnologias que não temos o domínio. Também queremos saber como os recursos chegam para que as comunidades negras produzam estas ferramentas”. 

 

Especial 12ª OID: Arte-educação, Educação Popular e Ambiental: Diálogos de Bumerangue

Texto: Rafaela Melo e Fotografia: Breno Neves

Alissa e Elisa Gottfried, arte-educadoras populares e integrantes do coletivo Ecoa Ecoa, apresentaram na 12°OID materiais produzidos durante o Projeto Identidade Sociocultural da Vila Santa Teresinha. O projeto, desenvolvido em parceria com a Casa Brasil Porto Alegre, aconteceu de novembro de 2011 a dezembro de 2012 em diálogo com 10 jovens educandos de 14 a 25 anos, moradores da antiga na Vila Santa Teresinha (antiga vila dos Papeleiros, em Porto Alegre- RS).

O projeto foi viabilizado através do Edital ESPORO DE CULTURA DIGITAL/MInC e teve como resultado a Mostra Artística Itinerante Cacos e Ecos. Uma de suas obras é um livreto “Mais vale um livreto livre do que um educador na mão”, que reúne as palavras geradoras que emergiram dos participantes do Curso de Cultura Digital e Educação Popular desenvolvido pelas palestrantes.

As demais obras da Mostra Cacos e Ecos utilizam o lixo eletrônico como suporte, além de difundirem a cultura digital, a educação popular e a Metareciclagem, tendo como conteúdo artístico os produtos finais do processo criativo do projeto.

Durante a palestra das arte-educadoras, o público pode criar seus bumerangues com as palavras que lhe faziam sentido. Após a palestra, foi montado no saguão do Hotel Nacional uma mostra com os materiais produzido durante o projeto.

 

Com Software Livre você pode!

Texto: Rafaela Melo e Breno Neves.

A palestrante Fátima Conti destacou na tarde de hoje, 12/12,  a importância de produzir conteúdos em formatos abertos. Ela ressaltou o discurso, corrente no mundo do software livre, de que usar formatos proprietários em sua produção (seja ela software, música, cinema) é deixar toda a produção nas mãos das empresas.”Devemos ter consciência do formato que usamos, porque formatos proprietários pertencem a empresa que o criou”, enfatizou.

Conti, que é professora do LabInfo, da Universidade Federal do Pará, também abordou duas questões centrais:

  • A obsolescência programada, que pode ser definida como a decisão do produtor de propositadamente desenvolver, fabricar e distribuir um produto para consumo de forma que se torne obsoleto ou não-funcional especificamente para forçar o consumidor a comprar a nova geração do produto:
  • As atualizações automáticas dos softwares proprietários, que introduzem novos requisitos de hardware, fazendo com que partes dos softwares comecem a ficar indisponíveis a cada nova versão, penalizando quem não entra nesse jogo.

Outros temas destacados por Fátima Conti foram: propriedade intelectual, copyright e outros direitos de propriedade – que, de acordo com a palestrante, só protegem as gravadoras e as editoras, entidades que apenas geram as cópias. “Esses grupos não protegem o autor, protege quem produz as cópias e não quem fez o livro”, afirma.

A palestrante concluí afirmando que, nesse modelo de produção de cultura, não podemos “mexer” nelas, pois as leis e as “travas digitais” nos impossibilitam. Mas com o software livre e formatos abertos, sim nós podemos!

 

Mãe Beth de Oxum: “Precisamos utilizar as tecnologias a nosso favor”

Texto: Breno Neves e Rafaela Melo. 

Na tarde de ontem (12/12), a palestra com a pernambucana Mãe Beth de Oxum versou sobre a importância da tecnologia estar à serviço das culturas de matriz africana. “Essa tecnologia tem que estar a nosso serviço, trazer a nossa identidade e contar a história do nosso povo”, afirma a Mãe Beth.

A palestrante, coordenadora do ponto de cultura Coco de Umbigada, possui uma rádio (Amnésia FM 88.5), produz vídeos para a TV Pública e tem um canal no Youtube – TV Umbigada. Segundo a palestrante, estes projetos foram criados pela falta de espaço que os povos de matrizes africanas encontram nos meios de comunicação de massa. Apesar do apoio das políticas de cultura, a Mãe Beth destaca alguns problemas:

“Temos uma rádio com equipamento que conseguimos a partir dos editais do Ministério da Cultura (MinC). O mesmo governo que dá o equipamento, manda a polícia perseguir e fechar a nossa rádio, ou seja, nos ajuda e nos criminaliza”.

A palestrante falou também da relação entre as tecnologias e a inclusão social, lembrando dos altos índices de jovens mortos a cada ano. “Esses números tem cor, tem lugar e tem grupo social”, ressalta Mãe Beth.

Durante a palestra, foi apresentado o jogo Contos de Ifá, desenvolvido em uma licença livre com o objetivo de contar a história dos Orixás. “O brinquedo mobiliza socialmente, e para isso precisamos usar a tecnologia para divulgar nossa cultura” destaca Mãe Beth.

Para finalizar, a Mãe Beth de Oxum convidou os participantes para uma Ciranda, promovendo encontros entre pessoas, códigos e linguagens tecnológicas, culturais, ancestrais, políticas e sociais.

 

Encontro Nacional promove discussão sobre Dados Abertos

dados_abertos

A postagem original foi publicada aqui.

Brasília vai ser sede, nos dias 21 e 22 de novembro, do 2º Encontro Nacional de Dados Abertos. O evento, que vai ser realizado na Escola de Administração Fazendária (Esaf ), é promovido pelo Ministério do Planejamento (MP), em parceria com o Escritório Brasileiro do Consórcio World Wide Web (W3C Brasil) e com apoio da Associação do Software Livre, e tem por objetivo aprofundar a discussão sobre dados abertos governamentais e atrair novos públicos.

Publicados abertamente, os dados abertos estão disponíveis para qualquer pessoa utilizar e republicar da maneira que achar melhor. A proposta conecta o governo ao cidadão e permite que sejam criados melhores serviços em benefício da sociedade a partir desses dados. A política tem ganhado relevância internacional não só sob a ótica da inovação tecnológica, mas também como uma estratégia de modernização da gestão pública. No Brasil, o Portal de Dados Abertos é a referência principal dessa política.

O evento contará em sua programação com convidados nacionais e internacionais para falar sobre Política de Governo e Dados Abertos. Temas como educação com dados abertos, jornalismo de dados, dados abertos nas empresas públicas de TI, entre outros, serão trabalhados em palestras, desconferências e lightining talks. 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste endereço: http://2.encontro.dados.gov.br/cadastro.html.

Serviço

2º Encontro Nacional de Dados Abertos 
Quando: dia 21 e 22 de novembro. 
Onde: Escola de Administração Fazendária (Esaf), em Brasília. 
Mais informações: http://2.encontro.dados.gov.br/

VI Festival de Software Livre do Vale do Sinos

 

cartaz-v1-72dpi

INFORMAÇÕES GERAIS:

Data: 23 de novembro de 2013 (sábado)
Hora: 13h às 18h
Local: Fundação Evangélica de Novo Hamburgo (IENH)
Público Alvo: usuários de computador em geral, educadores, estudantes e profissionais de TI que queiram conhecer o Software Livre e/ou participar da comunidade de Software Livre da região. Não é necessário ter experiência com Software Livre para participar.
Investimento: evento gratuito

Descrição das palestras

10KPNR – Rock Com Linux

  • Resumo: A experiência da banda 10KPNR com 18 anos de estrada formada por Nerds (antigos) que optaram por gravar, mixar e masterizar suas músicas novas usando predominantemente o software livre – Programas como Ardour, Qtractor, Guitarrix, Rakarrak e outros…usando Debian e Mint.
  • Palestrante: Luis Motta e Jesiel Rocha
  • Minicurrículo: Membros da banda 10KPNR buscaram soluções livres para home studio, agora passam suas idéias e experiências feitas com instrumentos musicais e software livre. A banda 10KPNR participou como atração musical do FISL 2013.

Apresentando o CMS-JOOMLA3

  • Resumo: instalação do joomla3, realizando configurações básicas ate estar pronto para desenvolver o primeiro site.
  • Palestrante: Ben-Hur Oliveira Morais
  • Minicurrículo: Palestrante, Web Developer, Desenvolvedor web Joomla, Membro ativo na comunidade de joomleiros do RS, Membro e Coordenador no (Jug) joomlatchê.com.br no RS, Técnico em informática, Acadêmico de TI, Programador, Instrutor Ativista de inclusão digital/social. Atuando na comunidade joomleira a mais de 4 anos tendo diversas participações em feiras e eventos ligados ao tema Software Livre além de trabalhos realizados na web tendo como base o CMS JOOMLA.

Avaliação de Software Livre Educacional: Investigando o potencial de utilização do KDEdu nos anos iniciais do Ensino Fundamental

  • Resumo: A palestra tem como objetivo apresentar o resultado de uma pesquisa, que teve por objetivo investigar e avaliar o potencial dos softwares educacionais livres do projeto KDEdu para a utilização nos anos iniciais do ensino fundamental, além de apresentar contribuições e sugestões para o aperfeiçoamento do projeto.
  • Palestrante: Breno Neves e Rafaela Melo
  • Minicurrículo:
  • Breno Neves – Bacharel em Ciência da Computação pela PUCRS, aluno do Programa de Pós Graduação em Educação da UFRGS em Acessibilidade em sistemas Web e Integrante do GESoLE – Grupo de Estudos Software Livre na Educação da UFRGS
  • Rafaela Melo – Graduanda do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e integrante do GESoLE – Grupo de Estudos Software Livre na Educação da UFRGS.

Liquibase – Uma ferramenta para versionamento e gestão de alterações de banco de dados

  • Resumo: Demonstraremos como a ferramenta open source LiquiBase pode ser utilizada para versionamento e automação do processo de gestão de alterações de banco de dados. É comum encontrar ambientes de trabalho/equipes que tratam o banco de dados como uma entidade completamente separada do sistema. Isso pode acontecer em função da estrutura organizacional instaurada, que separa as equipes de banco de dados das equipes de desenvolvimento de sistemas, ou mesmo simplesmente porque as equipes estão acostumadas a fazer dessa maneira. De qualquer forma, separar as coisas nos leva a algumas práticas ineficientes, como por exemplo a aplicação manual de alteração de banco de dados e, por vezes, o não compartilhamento das alterações de banco de dados com a(s) equipe(s). Existe, portanto, o risco de gerar inconsistências na aplicação de alteração do banco de dados. Além disso, aplicar manualmente as alterações no banco de dados pode tornar difícil a operação de desfazer o que já foi feito e inviabilizar a analise do histórico de alterações do banco de dados ao longo do tempo. Consideramos estas práticas, manuais, insustentáveis para a gestão de alterações de banco de dados. E nós podemos evitar esses problemas fazendo uso de um processo consistente e repetível para aplicar as alterações no banco de dados e dados. Para tanto, veremos como usar a ferramenta LiquiBase para a gestão das alterações do banco de dados, executando as alterações de banco de dados automaticamente através doLiquiBase – seguindo práticas para aplicar consistentemente as alterações de banco de dados. O LiquiBase suporta vários bancos de dados, permite a visualização do histórico de mudanças aplicadas ao banco de dados e é capaz de identificar as mudanças realizadas manualmente no banco de dados. É possível executar scripts SQL personalizados e são disponibilizados utilitários para reverter as alterações banco de dados.
  • Palestrante: Eleonor Vinicius Dudel Mayer
  • Minicurrículo: Eleonor Vinicius é analista de sistema e líder de projetos de Tecnologia da Informação. Atua também como professor de cursos técnicos e tecnológicos da área da Tecnologia da Informação. Tem experiência no desenvolvimento e operação de sistemas (web, de integração, dentre outros), bem como na implantação de processos contemporâneos de desenvolvimento e operação de sistemas. 

Oficina de GNUPG com Festa de Assinatura de Chaves

  • Resumo: Nesta oficina os participantes criarão eu par de chaves criptográficas e assinarão as chaves uns dos outros, ingressando na rede de confiança. Para participar das atividades da oficina, você deverá levar o seu laptop particular. Se você já tiver um par de chaves e quiser apenas participar da festa de assinatura, não precisará levar o seu laptop.
  • Trilha: Segurança
  • Palestrante: Adriano Rafael Gomes
  • Minicurrículo: Adriano Rafael Gomes é Bacharel em Ciência da Computação pela Feevale. Trabalha como Analista de Suporte, administrando uma rede de computadores com Software Livre. É membro dos grupos de usuários de software livre TcheLinux, Debian-RS e SoftwareLivreVS, entre outros. É usuário e entusiasta de Software Livre como movimento social e tecnológico desde 2003.

Mais informações em: http://wiki.softwarelivre-vs.org/