12ª OID

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Oficina para Inclusão Digital e Participação Social é um evento que acontece desde 2001, inicialmente organizado pelo Governo Federal e hoje contando com a coordenação do movimento social organizado, que busca reunir tanto agentes públicos quanto a população atuante em espaços que oferecem o acesso às tecnologias da informação, para o debate da configuração atual e de novas propostas para a política de inclusão digital no país.

Por ser um espaço de discussão de políticas públicas, estratégicas e diretrizes de ações que promovam a apropriação das tecnologias digitais pela população, a OID (Oficina para Inclusão Digital e Participação Social) tem como eixo fundamental a discussão do acesso às novas tecnologias e a democratização da comunicação. Além dos envolvidos diretamente com as TICs (tecnologias da informação e comunicação), o evento também é aberto a todos os interessados que buscam maiores informações ou até mesmo àqueles que buscam aprimorar seus conhecimentos práticos na área, uma vez que a oficina além das plenárias, palestras e debates, conta também atividades práticas. O evento também disponibiliza, em sua estrutura, uma área montada com computadores e acesso à internet para o uso pelos participantes.

A OID possui inscrições gratuitas e oferece, ao final de cada edição, um certificado de participação àqueles que estiveram presentes no evento.

Ainda há tempo de se inscrever! Corre logo! http://oficinainclusaodigital.org.br

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Recursos Educacionais Abertos – Open Education Europa

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A Comissão Europeia iniciou a Open Education Europa em setembro de 2013 como parte de a iniciativa Opening Up Education http://ec.europa.eu/education/news/20130925_en.htm para proporcionar uma só acesso à OER europeia. Este portal tem por base o portal elearningeuropa.info, ativo desde 2002 para apoiar a transformação da educação através da tecnologia. Atualmente, com cerca de 38 000 usuários inscritos com uma média de 55 000 visitas mensais, tornou-se num fórum fundamental para explorar a mudança e a inovação em educação.

O principal objetivo do portal da Open Education Europa portal é vincular todos os repositórios europeus existentes de recursos educativos abertos em diferentes idiomas de modo a pô-los à disposição de estudantes, professores e investigadores.

A Open Education Europa é uma plataforma dinâmica construída com a mais moderna tecnologia open-source, oferecendo ferramentas para comunicar, partilhar e discutir. O portal está estruturado em três secções principais:

A secção de pesquisa mostra os MOOC, cursos e recursos educativos abertos das principais instituições europeias. Cada instituição está também disponível nesta secção juntamente com os MOOC, cursos e recursos educativos abertos que oferecem.

A secção de partilha é um espaço em que os usuários do portal (académicos, educadores, políticos, estudantes e outros agentes interessados) se reunem para partilhar e discutir soluções para um leque diverso de questões educativas postando em blogs, partilhando eventos e participando em discussões temáticas.

A secção em profundidade proporciona os ensaios sobre eLearning — a revista especializada sobre educação aberta e novas tecnologias mais visitada do mundo —, proporciona uma lista exaustiva dos projetos financiados pela UE e destaca as mais recentes novidades sobre educação aberta, assim como os artigos académicos mais relevantes publicados recentemente.

Por favor, tome o seu tempo para se inscrever http://www.openeducationeuropa.eu/pt/register e explorar as muitas opções que a plataforma oferece e envie-nos os seus comentários http://www.openeducationeuropa.eu/pt/contact para conhecermos o que gostaria de ver aqui. Esperamos por dar-lhe as boas-vindas em breve à comunicade da Open Education Europa!

Fonte: http://www.openeducationeuropa.eu/pt/about_this_portal

Recebido por e-mail do Professor Paulo Francisco Slomp

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Agende-se!!!

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Participe também:

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Artigo publicado na RENOTE

Saiu o volume 11 da RENOTE – Revistas Novas Tecnologias na Educação. Nesta edição, tivemos a honra de compor a revista. 😀

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O Uso do Software Livre e a Construção da Aprendizagem Colaborativa: Limites e Possibilidades do Programa Um Computador Por Aluno.

Rafaela da Silva Melo, Ana Beatriz Gomes Pimenta de Carvalho

Resumo

O objetivo geral desse trabalho é analisar o benefício do uso do software livre para o desenvolvimento da aprendizagem e da colaboratividade no contexto do Programa UCA – Um Computador Por Aluno. A pesquisa foi realizada em duas escolas da rede pública de ensino (federal e estadual) participantes do projeto em dois estados do Brasil. A metodologia foi orientada pelo princípio da pesquisa-ação crítica (Kincheloe, 1997), utilizado para investigar as transformações no contexto da escola com o uso das tecnologias. Participamos de atividades com o uso do software livre, fornecendo suporte aos professores e alunos e analisamos os softwares livres utilizados. Conclui-se que a utilização do Software Livre tem criado no interior das escolas pesquisadas uma “cultura digital” e tem possibilitado a aprendizagem, o trabalho cooperativo, colaborativo, a interculturalidade, a criatividade e a autoria entre estudantes e professores na construção do conhecimento.

Palavras-chave

Inclusão Digital, Software Livre, Programas Governamentais.

Acesso ao artigo completo em: http://seer.ufrgs.br/renote/article/view/41686

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Wikipédia no Ensino Superior é tema de mesa durante o IX Salão de Ensino da UFRGS

Por Rafaela Melo

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Na tarde do segundo dia (22/10) do Salão UFRGS (maior evento acadêmico e científico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul) professores de diversas áreas do conhecimento participaram da mesa temática “Objetos de Aprendizagem –  Edição Coletiva de Textos Wiki e Wikipédia na Universidade“, que teve como propósito a socialização e a troca de experiências entre docentes da UFRGS com o uso da Enciclopédia Livre Wikipédia no Ensino Superior.

Conceitos como a autoria, colaboratividade em rede, recursos educacionais abertos, licenças abertas, software livre educacionais e outras propostas educativas inovadoras estiveram presentes nas falas dos professores, que ressaltaram dentre vários aspectos, o potencial educativo com uso das wikis, por estas promoverem a criação de um ambiente dinâmico e colaborativo de aprendizagem, por meio da comunicação, troca de ideias e partilha de conhecimento.

Mais fotos em: http://rafaelamelo.org/galeria/2013-10-22-Wikipedia/

 

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Manifiesto del Software Libre en la Educación Superior

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Autor: Carlos Brys

Fonte: http://certig.fce.unam.edu.ar/index.php/2-uncategorised/20-manifiesto-del-software-libre-en-la-educacion-superior

Hoy en día es innegable la integración de las Tecnologías de la Información y las Comunicaciones al proceso curricular. La Universidad no puede estar ajena a los desafíos que impone la Sociedad de la Información para permanecer a la vanguardia de los avances tecnológicos, y vincularlos a una actividad académica de excelencia.

El software se convierte en un elemento ubicuo, que digitaliza y virtualiza cada vez con más énfasis las actividades pedagógicas.

El software, que nació Libre en la Universidad para representar el conocimiento, a lo largo del tiempo, se fue convirtiendo en una mercancía, contaminándose del egoísmo y ambición económica de empresas, al tiempo que se convertía en una caja negra, privada e inescrutable. Al punto que hoy, es un commodity en las economías mundiales, dentro de las cuales se desata una perpetua lucha de subsistencia.

Es impensable imaginar al Siglo XXI sin la existencia del software. Pero en el paradigma informático creado a medida de algunas empresas, el software, un elemento reproducible hasta el infinito, ha sido convertido artificialmente a la forma de producto escaso y vendible, lo cual contradice con el principio que versa: “El Conocimiento es el único bien que más crece cuando más se comparte”. En este paradigma, el conocimiento contenido en el software se privatizó bajo los preceptos del Copyright: “Todos los derechos reservados”, y “Queda expresamente prohibido …”.

El mercantilismo del software ha tergiversado el concepto de “producto”, a tal punto que se ha convencido a la sociedad que cuando alguien paga por un software determinado, asume que ha comprado algo haciéndolo propio, cuando en realidad está pagando sólo un permiso para usarlo, y aceptando voluntariamente un sinnúmero de restricciones que lo obligan a renunciar a su libertad de usarlo según su mejor criterio. Por eso este software “producto” se llama “privativo”.

Queda fuera de discusión el derecho que en el ejercicio de su libre albedrío, personas y empresas deseen pagar indefinidamente por un permiso para poder usar el mismo software y renunciar a sus libertades sobre él. Pero la Universidad, cuna del Conocimiento se enfrenta al dilema de usar y enseñar con un software que no puede estudiar ni compartir, o encontrar un camino de liberación en el que el software sea conocimiento y no una mercadería.

A ese dilema se enfrentó Richard Matthew Stallman, un investigador del Laboratorio de inteligencia artificial del Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), cuando se le pidió que firmara un acuerdo de no divulgación (non-disclosure agreement) y llevara a cabo acciones que consideraba eran traicionar a sus principios. En 1983 Stallman anunció que iniciaba un proyecto para crear un sistema operativo para computadoras completamente libre, que sea una alternativa al sistema operativo Unix, al que denominó GNU (léase Ñu) (GNU No es Unix). Esto lo llevó a escribir el “Manifiesto GNU”, el que se convirtió en la fuente filosófica de lo que hoy es el Movimiento del Software Libre.

Stallman planteó cuatro principios (libertades) fundamentales para reivindicar y preservar la libertad de los usuarios sobre los programas de computadora que utilizan, los que se resumen en:

1 Que el programa pueda ser ejecutado y usado de todas las formas y propósitos que el usuario quiera.

2 Que se pueda estudiar, cambiar y publicar los cambios en el programa.

3 Que se pueda copiar y distribuir libremente, con lo que se pueda ayudar al prójimo.

4 Que se pueda mejorar el programa y hacer públicas las mejoras, de modo que se beneficie toda la comunidad.

Estos principios son coherentes con el compromiso social y la esencia de la educación pública para diseminar el conocimiento universal.

Pero además, existen razones fundamentales por las cuales la educación pública no puede (ni debe) hacerse con software que no respete las libertades del Software Libre.

Razón inclusiva: Los alumnos deben tener acceso a los mismos recursos pedagógicos que utiliza el docente. Plantear una estrategia de enseñanza con programas que los alumnos no podrán obtener gratuitamente y sin restricciones para poder estudiar, es discriminatorio.

Razón innovadora: Si los alumnos pueden ejecutar el programa de la manera en que ellos quieran, podrán utilizar todo su potencial creativo para explotar las posibilidades que ofrece y crear nuevo conocimiento.

Razón temporal: El software libre garantiza que el código fuente del programa siempre estará disponible para analizar, estudiar, modificar y distribuir. Esto asegura que el conocimiento incorporado al software es independiente de las empresas que lo mantienen, y aunque éstas desaparezcan, siempre habrá una comunidad disponible para mantenerlo. La obsolescencia artificial inducida por las empresas que producen software privativo, no tiene efecto sobre un software que siempre estará actualizado y accesible.

Razón moral: La educación debe ir mucho más allá de enseñar aplicaciones elegidas por su marca, por la simple razón que “es lo que se usa”. Los alumnos deben aprender los conceptos y fundamentos de funcionamiento de las herramientas que utilizan. La universidad debe enseñar las bases conceptuales más amplias, y no ser una creadora de futuros clientes de marcas de software “producto”, ni mucho menos inducir a la ilegalidad de la obtención de copias de software con licencia privativa.

Razón económica: La libertad de copiar Software Libre permite acceder y usar los programas sin la obligación de pagar por ellos. Las actualizaciones perpetuas del software están garantizadas, sin necesidad de volver a pagar por cada actualización. Asimismo, los fondos públicos que se destinan a pagar licencias de software privativo, podrán destinarse a otras necesidades más imperiosas, o a inversiones estratégicas que mejoren la calidad educativa. “El Software Libre no es gratis”. El hecho que se pueda acceder al software sin pagar una licencia de uso, no implica que no haya un modelo de negocio que lo sustente. Sucede que el modelo está centrado en los servicios de valor agregado, y no el el software como “producto”.

Razón social: La filosofía del Software Libre es coherente con los modelos de sustentabilidad social de la naturaleza. Es un modelo cooperativo-colaborativo basado en el mutualismo, cuyo fin superior es el bienestar y crecimiento de la comunidad.

Citando a Jorge Cabezas, Director de la Conferencia Internacional de Software Libre en Argentina: “Cada adelanto e innovación desarrollada en la historia es producto de la acumulación de conocimientos previos. Quien avanza un poco más los horizontes del conocimiento, en realidad, se sienta sobre los hombros de ese gigante que es el conocimiento producido previamente por otras generaciones”.

Es claro que el único camino para la generación del conocimiento es el Software Libre, donde se pone en evidencia que el modelo económico del software privativo, al final, es un juego de suma cero.

En el contexto tecnológico actual, nos encontramos frente al dilema de encontrar la tecnología adecuada que dé soporte a las cátedras. Una decisión que tendrá profundos efectos en el desempeño académico de los alumnos y su futura actividad profesional.

Ante este escenario, hacemos un llamamiento a los docentes a tener una mirada crítica de las circunstancias en las que crearon su conocimiento, y atisbar un escenario donde liberar sus mentes y las de sus educandos.

Estamos ante un nuevo paradigma:

Es legal.

Es políticamente correcto.

Es socialmente aceptable.

Es el Software Libre.

“La libertad no es poder elegir entre unas pocas opciones impuestas, sino tener el control de tu propia vida. La libertad no es elegir quien será tu amo, es no tener amo.” Richard Stallman

Mgter. Carlos Brys
Director del CeRTIG+SoL
Centro de Referencia en Tecnologías de la Información para la Gestión con Software Libre
http://certig.fce.unam.edu.ar

Texto compartilhado pelo Professor Paulo Francisco Slomp para o Lista de Discussão do GT Educação do FISL.

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UFRGS Criança 2013

No meio da correria consegui alguns cliques. Confiram!

Prometo postar mais quando tiver tempo!

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Dia da Liberdade de Software em Novo Hamburgo

O Dia da Liberdade de Software (Software Freedom Day) é um evento anual que ocorre simultaneamente em mais de duzentas cidades de diversas partes do mundo. A comemoração na cidade de Novo Hamburgo – RS, aconteceu ontem (28/09) no Campus II da Feevale e foi organizada pelo Grupo de Usuários Software Livre do Vale do Rio dos Sinos (Software Livre-VS).

Foto: Várias pessoas em mesas com computadores realizando a inscrição no evento.

Com duração de quatro horas, o evento contou com um total de 100 participantes, composto por usuários, estudantes, educadores, profissionais da T.I, desenvolvedores, entusiastas, ativistas, empresários e muitos outros, que participaram de oficinas, festa de assinaturas de chaves, OpenSpaces, distribuição de brindes e de CD’s, além dos diversos momentos de interação e socialização.

Foto: Participantes do evento em um momento de socialização.

As temáticas e os debates, circularam em torno de questões sobre vigilância na rede, privacidade, história do surgimento do movimento Software Livre, moedas eletrônicas descentralizadas, uso de Software Livre no Ensino Superior, Wikipédia na Educação, Produção Musical com Software Livre, WordPress, instalação de Software Livre e muitos outros.

Foto: Ouvintes da palestra sobre a construção de websites utilizando ferramentas CMS livres, como Joomla e WordPress.

Curiosamente, a data do evento em Novo Hamburgo (28 de setembro) coincidiu com a comemoração do aniversário dos 30 anos do Projeto GNU, lançado por Richard Stallman em 27 de setembro de 1984. (Veja o anúncio oficial aqui).

 Foto: Balão amarelo com o logotipo do evento e o texto Software Freedom Day

O Dia da Liberdade de Software é uma data especial para todos aqueles que lutam pela liberdade e por um mundo melhor e que desejam mostrar para as pessoas, que para além de questões técnicas e econômicas, existe no Software Livre uma filosofia de construção, colaboração e de compartilhamento de conhecimento. No DSL 2013 em Novo Hamburgo – RS, encontrei muitas pessoas dispostas a difundir e promover a mensagem de cooperação e solidariedade que o Software Livre traz consigo. E não há palavras que consigam descrever o quanto isso é gratificante!

Foto: Uma criança sentada em um sofá entre cachos de balões do evento.

As doações arrecadadas para a inscrição no evento, serão destinadas para a Casa de Acolhimento Anjo da Guarda, que acolhe crianças entre 0 e 12 anos e para a ONDAA – Organização pela Dignidade dos Animais Abandonados.

E um Feliz Dia da Liberdade Software!

 

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Software Freedom Day

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Fonte: http://www.evaldojunior.com.br

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Escrita colaborativa em rede com Cat Wiki

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Conheçam a Cat Wiki!

Uma ferramenta de escrita colaborativa, uma alternativa livre, uma possibilidade viável e sustentável. Optar por tecnologias livres não é apenas uma questão técnica ou pedagógica, mas sobretudo ética. Também acreditamos que as pessoas não devem ser espionadas e não devem ser escravizadas em plataformas proprietárias.

Ética por acreditarmos que o conhecimento (seja ele de que área ou campo for) se constrói a partir de redes de colaboração e para que o conhecimento se construa ele precisa estar acessível e disponível não apenas para o uso e descarte (cadastrar em um site, usar e largar)  mas para a construção e renovação deste conhecimento.

O Cat Wiki foi desenvolvido a partir do projeto Doku Wiki, que por ser Software Livre nos possibilitou adaptá-lo e melhorá-lo buscando atender as nossas necessidades.

E não se esqueçam! Compartilhar é mais que clicar em um botão de rede social. É trocar, é construir juntos outras formas de comunicação, outros jeitos de se posicionar diante de um mundo tão veloz e outras possibilidades de produzir novos conhecimentos!

O link está disponível aqui.

E Miauuuuuuuuuuuuuuuuuuu!

 

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