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Lançamento do livro: The production of vinegar from honey (2020)

Este livro faz parte da coleção “Os livros da Condessa”, que apresenta de forma sucinta e concisa algumas etapas para a produção de vinagre de mel com conceitos básicos de química. Este livros foram para mim importantes materiais de estudos que estou a compartilhar com o púbico.

Espero que apreciem este livro e a minha edição!

The production of vinegar from honey by Rev. Gerard W. Banks, M. A., edited by Countess of Melo (2020).

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Lançamento de livro: The Lulu Alphabet of Miss Colman (2020)

Este livro se trata de um alfabeto místico ilustrado por Miss Pamela Colman, uma artista e ilustradora de Pimlico, Londres para a educação das crianças. A maior parte de seu trabalho é sobre ilustrações místicas e espiritualistas.

Para mim é uma honra e uma razão para tanta alegria poder editar este livro, mantendo as ilustrações originais e lembrar o trabalho dessa amada senhorita.

Uma novidade é que até o final do ano todos os livros publicados serão impressos e exibidos em uma exposição em uma cafeteria próxima do Mosteiro de São Bento.

The Lulu Alphabet of Miss Colman, edited by Condessa de Melo (2020).

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Festa da Santa Maria Madalena na Ordem dos Equestres

Martirológio Romano: “Festa de Santa Maria Madalena, que, liberta de sete demónios pelo Senhor, se tornou sua discípula, seguindo-O até ao monte Calvário e, na manhã da Páscoa, mereceu ser a primeira a ver o Salvador ressuscitado de entre os mortos e levar aos outros discípulos o anúncio da ressurreição”.Irmã de Lázaro e de Marta, chamada Maria. A encontramos no Novo Testamento, sentada aos pés do Senhor, escutando a sua palavra. Marta, porém, andava atarefada com muitos serviços; e, aproximando-se, disse: “Senhor, não te preocupa que a minha irmã me deixe sozinha a servir? Diz-lhe, pois, que me venha ajudar”. O Senhor respondeu-lhe: “Marta, Marta, andas inquieta e perturbada com muitas coisas; mas uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada” (Lc 10,39-42).

Na Bíblia lemos ainda que de Maria Madalena foram expulsos 7 demônios (Lc 8,2). É interessante neste ato, observamos a explicação do sacerdote ortodoxo Jean Yves Leloup, afirmando que esses sete demônios poderiam ser obstáculos para uma vida plena em espírito, identificados como gula ou bulimia, cólera, estupidez e irascibilidade, lassidão, tristeza, estupidez, orgulho”.

Madalena testemunhou a ressurreição do irmão Lázaro, narrada em João 11, naquela ocasião, vemos que o Mestre chamou Maria (Jo 11,28). Ela exclamara que se o Mestre estivesse ali seu irmão Lázaro não teria morrido, o que Marta também já havia dito a Ele. Então, após chorar, o Mestre ordenara a retirada da pedra da sepultura. Marta alegara que o corpo já cheirava mal, mas, Jesus pediu que retirassem a pedra e chamou Lázaro que ressuscitou dos mortos. Jesus a chamou para testemunhar a ressurreição do irmão dela.

Diferentemente de Marta, ela parecia confiar na palavra do Mestre e nada contestou. Depois, ela própria contemplaria, primeiramente, o ressuscitado.Seis dias antes da Páscoa, diz o evangelista João (capítulo 12), Jesus chegou a Betânia, onde havia ressuscitado Lázaro. Ali, ofereceram Jantar de honra a Jesus. Marta, Lázaro e Maria estavam entre os convidados. Maria pegara uma libra de um perfume de nardo puro de grande valor; ela ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os cabelos… (Jo 12,3) Judas, o traidor, teria argumentado que ela deveria ter vendido o perfume e doado aos pobres.

Jesus então disse: “Deixai-a! Ela observa esse uso em vista do meu sepultamento” (Jo 12,7). Em Mateus (26,6-13), vemos leitura similar. João diz, ainda, que os sumos sacerdotes queriam matar Lázaro porque ele o ressuscitado por Jesus (Jo 12,10).Maria foi ainda uma das mulheres que ajudaram Jesus e seus discípulos enquanto estes pregavam o Evangelho, a Boa-Nova (Lc 8,1-3); que ela e outras mulheres seguiram Jesus desde a Galileia quando Ele foi para Jerusalém no final do seu ministério (Mt 27,55-56); que ela e outras mulheres seguiram Jesus ao longo da via-sacra, quando Ele foi levado para ser crucificado (Mt 27,55-56; Mc 15,40-41); quando da sepultura de Jesus, ela foi uma das mulheres que observou o lugar onde o corpo foi posto (Mc 15,45-47); que ela e outras mulheres foram ao túmulo no primeiro dia da semana para embalsamar o corpo de Jesus (Mc 16,1-2; Mateus 28,1) e encontrou o sepulcro aberto (Jo 20,1-2) e foi uma das primeiras a receber a notícia da ressurreição quando um anjo falou às mulheres perto do túmulo aberto (Mt 28,5-6) e a primeira pessoa a ver Jesus depois da ressurreição que a ela se dirigiu chamando-a Mariâm, Maria (Jo 20,13-18, Mt 28,8-10) e ordenou-a a levar a boa nova aos seus irmãos (Jo 20,17) e ela deu a grande notícia aos discípulos (Lc 24,9-10). Durante muito tempo Maria Madalena não foi compreendida na missão salvífica de Jesus.

A própria Igreja a confundiu com as outras mulheres da Bíblia (a pecadora, a adúltera etc.), isso depois de São Gregório Magno, Papa, numa homilia que pronunciou no ano 591, fazer essa associação. Embora guarde muita semelhança, rapidamente percebemos que Madalena não é a mulher pecadora registrada por Lucas (7,36-50), onde se observa um diálogo totalmente diferente do travado entre Jesus e Maria em Betânia. O Beato Paulo VI, durante as sessões do Concílio Vaticano II, a separou das outras figuras bíblicas mencionadas.Na sequência, no capítulo 8, Lucas se refere a Madalena, mas, não a liga à mulher pecadora antes citada. O ato registrado por João e Mateus seria um prenúncio, ou um convite a Madalena para que após a morte d’Ele fosse ela ungir seu corpo e testemunhasse a sua ressurreição?

Existem questões que só a fé pode explicar, mas, imagino ter sido um convite. Hoje se compreende que Maria Madalena não era nenhuma dessas mulheres pecadoras, mas, era aquela que estava destinada a dizer aos apóstolos e discípulos que Jesus havia ressuscitado. Por analogia, podemos dizer que Maria Madalena levou ao mundo a notícia do maior acontecimento, a ressurreição de Jesus.

Lázaro, irmão de Maria, já ameaçado de morte, conforme se observa na leitura do Evangelho de João, toma então, as irmãs Maria Madalena, Marta e outros seguidores de Jesus, entre os quais Sidônio, o cego de nascença curado por Jesus (João 9), que corria risco de vida, também, e fogem pelo mar num frágil barco, sem vela, remos e sem provisão. Conseguiram chegar à Provence, no litoral sudeste da França.Segundo a tradição histórico-cristã, Marta foi para Tarscon, Lázaro se tornou o primeiro bispo de Marselha, na França. Madalena, após divulgar o ressuscitado naquelas terras, se retirou para as montanhas de Sainte-Baume, onde se dedicou somente à oração até o dia da sua morte, experimentando a santidade do silêncio.

Santa Maria Madalena teria ficado mais de 30 anos nesse ambiente de natureza, como uma verdadeira contemplativa.Ainda conforme esta mesma tradição, quando chegou a hora de sua morte, ela foi levada pelos Anjos a Aix-em-Provence, ao oratório de São Maximino, onde recebeu a extrema unção. Seu corpo foi sepultado no oratório construído por Maximino em Villa Lata, conhecido desde então como Santo Maximino.Sua principal relíquia, o crânio, encontra-se na Basílica a ela dedicada em Saint-Maximin-la-Sainte-Baume.

Sua face foi reconstituída (foto inicial) a partir da relíquia do seu crânio, tendo a coordenação do Cavaleiro José Luís Lira, em trabalho realizado pelo Cientista Cícero Moraes.Os resultados do trabalho foram reunidos em livro cujos originais foram entregues em encadernação especial ao Papa Francisco e encaminhado ao Papa Bento XVI, via Poste Vaticana. Depois, encaminhamos o livro já impresso aos Santo Padres e, com data de 3 de junho de 2016, a mesma do Decreto que transcrevemos neste item, elevando a Memória da Santa à Festa, recebemos uma carta acompanhada de um Rosário do Papa Francisco, agradecendo o livro!ORAÇÃOÓ Deus, o vosso filho confiou a Maria Madalena o primeiro anúncio da alegria pascal; dai-nos, por suas preces e a seu exemplo, anunciar também que Cristo vive e contemplá-lo na glória de seu reino.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. AmémFonte: LIRA, José Luís. Santidade na Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém e na Terra Santa. Rio de Janeiro: OESSJ/RJ, 2019, pp. 45-50.

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Mapa mental: Educação doméstica (Homeschooling)

Do inglês, homeschooling, também conhecido como educação domiciliar no Brasil é um método de ensino em que as crianças são educadas no ambiente doméstico com seus pais, irmãos mais velhos ou um professor contratado. Os materiais didáticos, os recursos complementares, os planos de aula, os métodos de ensino das disciplinas básicas, a organização do currículo são aspectos a ser considerados nesta modalidade de ensino.

Mapa mental: Educação Doméstica, por D. Rafaela da Silva Melo (2020).

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Lançamento do livro: Mi Casa’s Recipes Vol. I (2020)

Este pequeno guia de título, “Mi Casa’s Recipes (Vol. I) de título, é algo que quer dizer que você, leitor, pode entrar e ficar bem a vontade e provar sem excessos e exageros.

O “Mi Casa’s recipes” quer agradar pessoas especiais de várias nacionalidades e um grupo bem diversificado. Esta é a ideia por trás de tudo!

Esta coleção com minhas receitas favoritas está organizada em 10 livros, que serão publicados de forma isolada: Vol. 1: (Waffles & Pancakes); Vol. 2 (Coffee & Milk Drinks); Vol. 3 (Sandwich & Saladas); Vol. 4 (Teas & Juices); Vol. 5 (Soups & Creams); Vol. 6 (Cakes & Candies); Vol. 7 (Breads & Cookies); Vol. 8 (Pasta & Beef); Vol. 9 (Cheese & Fries); Vol. 10 (Desserts & pastries).

Espero que as receitas possam deixar a vida das pessoas mais bonitas, e suas refeições, como o café da manhã, mais felizes e balanceados. Este livro ainda não está a venda, mas haverá uma festa de lançamento a ser agendada nos próximos meses com cópias impressas para comprar, com chás, waffles e panquecas deliciosas!

Mi Casa’s recipes – A little guide to making yummy recipes for a lovely breakfast by Condessa de Melo (2020).

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Lançamento do livro: Children’s Portraits by John Everett Millais (2020)

John Everett Millais, um pintor Pré-Rafaelista britânico que com muita ternura e delicadeza retratou crianças nascidas nas redondezas onde viveu e cresceu concentrando-se em aspectos de suas vidas cotidianas e dos acontecimentos da época. Os comentários para ou sobre as pinturas são muitos e em sua maioria para a doçura das crianças retratadas e suas relações com suas famílias.

Minha escolha pelas pinturas do Millais me ajudam a relembrar da minha infância e de todos os bons momentos vividos com meus parentes, na escola e com os meus amigos. Boa parte de suas obras estão guardadas em coleções particulares, museus na Inglaterra ou ainda, cuidada por pessoas muito especiais, algumas delas sabem do meu interesse particular por duas delas, My First and Second Sermon, por eu ter tido momentos semelhantes aos retratados em minha infância.

A simpatia e a ternura do Millais também contribuíram para que suas obras encantem e despertem o senso estético adormecido em muitas pessoas. Para mim, Millais me confronta, me conforta e sempre me faz feliz.

Children’s Portraits of John Everett Millais by Lady Rafaela of Wenlock (2020).

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Lançamento do livro: Types of Heels: Fourty-two variations of high heeled pumps (2020)

Sapatos são como aquelas jóias preciosas que precisamos tê-las considerando quem somos e quais são nossas ideias e pensamentos. Sou fascinada por sapatos e para mim ter muitos sapatos não é algo importante, mas sim ter aqueles mais adequados a cada situação, clima ou lugar.

Este livro, em formato de um pequeno guia possui 42 modelos de sapatos que foram organizados em pequenos grupos e outros separados em clássicos. Espero que gostem!

Types of Heels: Fourty-two variations of heels pumps, Organized by Condessa de Melo (2020).

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Lançamento do Livro: Doggos glossary

Ah, os Doggos! Doggos são criaturas adoráveis e especiais que marcam nossas vidas de um jeito único e incrível.

Há muitos Doggos, mas os Doggos verdadeiros são raros e difíceis de encontrar.

Para ser um Doggo não há seleção, nem competição, nem qualquer outro tipo de exame. Ser um Doggo é apenas uma questão ser e identificá-los é algo imprescindível para qualquer amante de cachorros de raça ou não.

Este livro foi feito pelas mãos de pessoas que amam os Doggos e tudo que eles são e fazem, especialmente quando são aventureiros e brincalhões. Espero que gostem do resultado!

Doggos Glossary by Condessa de Melo (2020)

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Lançamento do livro: Antonietta Raphäel – Life and paintings (2020)

Depois de alguns anos estudando sua obra e vida, lanço uma seleção de pinturas da expressionista italiana Antonietta Raphäel (1895 – 1975), uma pintura e escultora judia, fundadora da Escola Romana (Escuela Romana), junto com o seu marido Mario Mafai.

A obra de Antonietta Raphäel é mundialmente conhecida por uma convicção profunda anti-acadêmica, expressa também por suas esculturas, sobre todos os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial em vários países. Como pontos marcantes destacam-se uma ternura e carnalidade vibrante presentes em obras como Miriam dormiente (Sleeping Miriam) e Nemesis.

Este livro é composto por 26 obras, divididas em pinturas e esculturas, dentre os quais são Adolescente (1928), Still life with a guitar (1928), Re David piange la morte di Absalon (1947) e Desnudo femenino ante el espejo, os meus favoritos.

Antoinetta Raphäel: life and paintings, de Condessa de Melo (2020).  

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Lançamento de livro: Lúcia de Siracusa

A história da Santa Lúcia de Siracusa (283 – † 13 de dezembro de 304) é mais do que uma história bonita e de muita fé, mas com um final trágico e triste, aspecto recorrente entre os principais mártires da igreja primitiva, alguns dos quais conheci e aprendi sobre eles quando eu era adolescente e tinha muitas perguntas sobre a fé e os escritos que atualmente compõe a bíblia sagrada em suas mais diferentes versões produzidas ao longo da história do mundo.

Este livro de pinturas da Lúcia de Siracusa demonstra a sua importância e a fidelidade dos seus seguidores e devotos, assim como eu. Aprender sobre esta santa e seu legado para a humanidade e para o cristianismo me fez enxergar melhor o poder de algumas mulheres da antiguidade e de todo o seu legado para as novas gerações de cristãos espalhados pelo mundo.

O número expressivos de igrejas e comemorações no Brasil em sua homenagem, exprime os sentidos da visão espiritual como um dos mais fundamentais para a perseverança e um sólido alicerce para a fé em Deus, confiança nos líderes religiosos, nos livros sagrados, nos sacramentos e na igreja. 

De acordo com historiadores católicos, somente em 1894 o martírio da jovem Luzia, também chamada Lúcia, foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição escrita em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Nápoles. A inscrição trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte no início do século IV.

Mas a devoção à santa, cujo próprio nome está ligado à visão (“Luzia” deriva de “luz”), já era exaltada desde o século V. Além disso, o papa Gregório Magno, passado mais um século, a incluiu com todo respeito para ser citada no cânone da missa. Os milagres atribuídos à sua intercessão a transformaram numa das santas auxiliadoras da população, que a invocam, principalmente, nas orações para obter cura nas doenças dos olhos ou da cegueira.

Diz a antiga tradição oral que essa proteção, pedida a santa Luzia, se deve ao fato de que ela teria arrancado os próprios olhos, entregando-os ao carrasco, preferindo isso a renegar a fé em Cristo. A arte perpetuou seu ato extremo de fidelidade cristã através da pintura e da literatura.

Foi enaltecida pelo magnífico escritor Dante Alighieri, na obra “A Divina Comédia”, que atribuiu a santa Luzia a função da graça iluminadora. Assim, essa tradição se espalhou através dos séculos, ganhando o mundo inteiro, permanecendo até hoje.

Luzia pertencia a uma rica família napolitana de Siracusa. Sua mãe, Eutíquia, ao ficar viúva, prometeu dar a filha como esposa a um jovem da Corte local. Mas a moça havia feito voto de virgindade eterna e pediu que o matrimônio fosse adiado. Isso aconteceu porque uma terrível doença acometeu sua mãe. Luzia, então, conseguiu convencer Eutíquia a segui-la em peregrinação até o túmulo de santa Águeda ou Ágata. A mulher voltou curada da viagem e permitiu que a filha mantivesse sua castidade. Além disso, também consentiu que dividisse seu dote milionário com os pobres, como era seu desejo.

Entretanto quem não se conformou foi o ex-noivo. Cancelado o casamento, foi denunciar Luzia como cristã ao governador romano. Era o período da perseguição religiosa imposta pelo cruel imperador Diocleciano; assim, a jovem foi levada a julgamento. Como dava extrema importância à virgindade, o governante mandou que a carregassem à força a um prostíbulo, para servir à prostituição. Conta a tradição que, embora Luzia não movesse um dedo, nem dez homens juntos conseguiram levantá-la do chão. Foi, então, condenada a morrer ali mesmo. Os carrascos jogaram sobre seu corpo resina e azeite ferventes, mas ela continuava viva. Somente um golpe de espada em sua garganta conseguiu tirar-lhe a vida. Era o ano 304.

Para proteger as relíquias de santa Luzia dos invasores árabes muçulmanos, em 1039, um general bizantino as enviou para Constantinopla, atual território da Turquia. Elas voltaram ao Ocidente por obra de um rico veneziano, seu devoto, que pagou aos soldados da cruzada de 1204 para trazerem sua urna funerária. Santa Luzia é celebrada no dia 13 de dezembro e seu corpo está guardado na Catedral de Veneza, embora algumas pequenas relíquias tenham seguido para a igreja de Siracusa, que a venera no mês de maio também.

Este livro é composto por 12 pinturas de diferentes artistas que retratam os momentos mais marcantes da vida desta Santa, produzidos ao longo da história e expostos nas mais importantes galerias de artes do mundo, atualmente abertas para a visitação do público. O livro em formato digital será impresso e lançado em breve. 

Fonte: Editora Paulus. 

Lúcia de Siracusa por Condessa de Melo (2020).

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