Easter Eggs

Original aqui.

Você já ouviu falar nos Easter Eggs? O termo é de uma tradição da páscoa estadunidense em que os pais escondem os ovos de chocolate das crianças e a graça está em ir procurá-los.

Já no mundo virtual, o “ovo de páscoa” muda um pouco de sentido e passa a ser qualquer brincadeira oculta nos jogos, softwares e até mesmo nas páginas da internet. Então você pergunta: qual a relação dessa brincadeira com ovos de páscoa? Simples, pelo fato dos ovos de chocolate conterem sempre alguma surpresinha dentro deles.

Um bom exemplo dessa farra, na internet, é “Do a Barrel Roll” (que significa fazer um giro de 360º em tradução livre) se tornou um grande viral e foi jogada inúmeras vezes no Google. Quem trabalha no site de buscas resolveu fazer uma pequena brincadeira com os usuários: quando você digita a frase citada anteriormente na caixa de texto e aperta a tecla Enter, a tela inteira gira. Já experimentou? Confira aqui!

A expressão veio de um game da Super Nintendo, o Star Fox, em que a frase é utilizada quando é preciso realizar uma manobra comumente conhecida como looping. Para você entender um pouco melhor do que estamos falando, caso não conheça, separamos um vídeo com cenas do jogo.

São funções como essas, inimagináveis, que tornam a navegação mais divertida e interativa. Agora que você já entendeu o que são os Easter Eggs, o Canaltech reuniu aqui alguns dos mais engraçados e até mesmo bizarros, para você brincar na próxima vez em que usar um desses aplicativos, embora a graça esteja em descobri-los!

Robô Mascote do Firefox

Entre na página inicial do Mozilla Firefox, digite about:robots na barra de endereço e veja um simpático robozinho aparecer junto a algumas mensagens. As frases escritas por lá foram tiradas de grandes sucessos da ficção científica, como por exemplo, do livro (que virou filme) “O Guia do mochileiro das galáxias”.

O Livro de Mozilla

Mais uma das pegadinhas do Firefox é o tal Livro de Mozilla, contando a história do surgimento da empresa em forma de parábolas, em que você irá encontrar vários versículos como se fossem tirados de uma bíblia, mas uma suposta bíblia dos seguidores da raposa de fogo. Para isso basta digitar, da mesma forma que a dos robôs, about:mozilla, em sua barra de endereços.

Brincadeirinhas no Windows

Claro que uma das mais populares empresas de sistema operacional não iria ficar de fora dessa, então conheça alguns dos famosos joguinhos que também tem lá seus segredos:

Pinball – Ganhar muitos pontos no jogo parece uma tarefa complicada, não se você fizer os seguintes passos: abra o game, digite bmax para conseguir esferas ilimitadas e hidden test com espaço, o código faz com que a bolinha siga a seta do mouse. Em seguida aperte as letras R e H, essas teclas quando pressionadas fazem a tela de recordes aparecer, então fica fácil, digite seu nome e você poderá ganhar, por exemplo, até 1.000.000.000 de pontos!

Paciência – O jogo está muito difícil e você não encontra nenhuma solução para ganhar? Pressione Alt+Shift+2 e seja o grande vencedor da partida.

Campo minado – Para travar o tempo no game e conseguir completar toda a partida clique na tecla Windows+D.

Os Easter Eggs do Messenger

Alguns emoticons não aparecem na caixa para serem selecionados, mas você pode digitar comandos específicos que fazem com que eles sejam criados. Tente [xx] – o símbolo do Xbox 360 e [ci] – um cigarro com fumaça. Mas não é só isso que o aplicativo oferece, digite /patchou em qualquer janela de conversação, tecle Enter e veja uma mensagem de agradecimento de um dos criadores do Plus!, junto a uma foto dele, e o melhor: você ainda poderá brincar com o nariz do dito cujo!

Sensacional, não é mesmo? E não acaba por aí! Se você, ainda na janela de conversação, escrever /strek V/ e novamente apertar o Enter, irá encontrar a principal frase do personagem Spock, de “Jornada nas Estrelas”: Live long and prosper, que significa: Vida longa e próspera.

Lá no Google

O Google é o maior buscador da web, e como tal, criou também suas graças na internet. Um dos exemplos eu citei logo no começo da matéria, a tal frase Do a Barrel Roll que faz a tela girar. Outros bem divertidos são:

– Digite Google Mirror na caixa de busca, clique em estou com sorte e a partir de então todas as palavras que você procurar receberá os resultados opostos. Por exemplo, se digitar “lindo”, os resultados da pesquisa serão os da palavra “feio”.

– Um excelente é o Google Gravity, mas não tem graça se a gente explicar, tente você mesmo fazer uma pesquisa utilizando este link.

– Escreva a palavra Tilt na caixa de pesquisas e veja tudo que está na tela desabar.

Google Tilt

Esses são apenas alguns pequenos exemplos entre os vários Easter Eggs do mundo da web.

Outros artigos sobre Easter Eggs em games, na web, no Cinema e outros:

Atualizações: novos estudos e novidades

Após meses de estudos sobre Maria Deraismes, fundadora do “LE DROIT HUMAIN” – OMMILDH sediada em Paris, em que eu aprendi muito sobre a relevância de se discutir, reafirmar e defender os direitos humanos e universais especialmente das mulheres e demais grupos em situação de vulnerabilidade social e de se lutar para que as mulheres consigam estar em lugares em que historicamente foram segregadas, como “tarefa” eu tinha que ter ido até a sede da OMMILDH em Paris afim de participar de um dos eventos realizados pelas membras da organização, o que ainda não foi possível, mas farei disso um dos meus objetivos de vida e sonhos para ser realizados enquanto eu viver.

 

Para quem não acompanhou meus estudos anteriores, outras mulheres que estudei foram: Sofia Andresen, que por sorte consegui fazer alguns dos seus percursos em vida quando estive em Portugal em 2014 e conhecer seus pensamentos e obras, que se desdobraram em propostas pedagógicas que faziam referência ao fundo do mar, Hannah Arendt e sua contribuição para a filosofia da educação e os direitos humanos, a Maria Montessori por meio do estudo de sua vida, família e relacionamentos, a escola fundada na Itália, suas ideias que revolucionaram a educação das crianças e pude ler alguns dos seus trabalhos.

Outras mulheres estudadas por mim foram também Lou Salomé, Anne Frank (onde pude reviver suas memórias e lembranças em seu diário guardado pelo seu pai), Frida Kahlo, suas dores, pensamentos e relacionamentos e, por último Maya Angelou e Aufred Hepburn.

Infelizmente não consegui conhecer a escola onde Montessori começou seus trabalhos como professora e pesquisadora, quem sabe algum dia 🙂

Enquanto esse sonho não se realiza começo a partir de hoje meus estudos sobre a santa Hildegarda de Bingen, também conhecida como Sibila do Reno, foi uma monja beneditina, mística, teóloga, compositora, pregadora, naturalista, médica informal, poetisa, dramaturga, escritora alemã e mestra do Mosteiro de Rupertsberg em Bingen am Rhein, na Alemanha. Foi canonizada com uma santa e considerada a quarta doutora da Igreja, título à ela concebido pelo Papa Bento XVI em 7 outubro de 2012.

Para isso, a primeira lição é assistir o filme da aclamada diretora alemã Margaret Von Trotta de 2009 “Vision” e ler seus escritos: Opera minora I e II, Werker Band IV, Beate Hildegardis Cause et cure e outras biografias secundárias, como por exemplo, Life of Jutta dentre outros materiais disponibilizados na internet.

Meu próximo objetivo será viajar até o linda Igreja de Santa Hildegard na Alemanha e quem até sabe me casar lá! 

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O brilho eterno de uma mente sem lembranças: notas sobre memórias e tempo

Tempos atrás assisti um filme que me marcou e me marca até hoje: O brilho eterno de uma mente sem lembranças. O enredo é simples. Um casal se conhece e a partir disso suas vidas mudam completamente. Após uma série de brigas eles resolvem terminar o relacionamento, mas para lidar com a dificuldade em esquecer o parceiro, Clementine se submete a um tratamento para remover todas as lembranças do ex-namorado. E ele faz o mesmo processo. Contudo, entre o esquecer, apagar e remover da memória tudo o que eles viveram juntos e lidar com o sentimento que ambos sentiam um pelo outro, eles se encontram nas profundezas da mente monitorada por equipamentos eletromagnéticos, mas já não conseguem voltar ao que era antes. 

Cada um seguiu com a sua vida… 

Para muitas pessoas esquecer do passado é algo fácil, outros precisam ser lembrados o tempo todo de todas coisas que já fizeram na vida e de todas experiências que já viveram, seja elas boas ou memórias ruins. 

Confesso que muitas vezes senti vontade de esquecer traumas e experiências ruins que tive na vida. Experiências que me bloquearam para muitas coisas. Afinal, sem lembranças ou entraves seguimos em frente com mais rapidez. Muita rapidez, pois nada mais nos detém. Primeiro relembramos de tudo muitas vezes. É como um filme que vai e volta. Vai e volta. Depois de nos cansarmos de ver esse mesmo filme inúmeras vezes, este deixa de fazer o efeito que causava antes em nós. E vamos vivendo… 

Lendo comentários sobre este filme mencionado destaco esse trecho:

“Enxergo algo de infantil na ideia de que as experiências ruins devem ser ignoradas para não doerem. A facilidade apresentada pela tecnologia de “formatação” do filme é também um indício de que estamos cada vez menos resistentes a dor. E aprender sobre a dor é um mecanismo de sobrevivência futura, a dor faz com que nos sintamos vivos, é como um banho de água gelada. Fico pensando como o mundo seria se realmente existisse essa tal empresa chamada “Lacuna”. E se a gente pudesse apagar mágoas, decepções, pessoas, traumas, gafes, amores? E se você pudesse escolher uma coisa para apagar da memória, qual seria?”

É como remédios para dor, pois sentir dor é algo que lutamos para evitar, sejam elas físicas ou emocionais. A proposta de remover lembranças que nos causam dor é algo muito tentador, contudo ao lidar com a dor aprendemos muito sobre mesmos e sobre os outros. Tentar sentir a dor de outras pessoas é uma experiências interessante e enriquecedora em que passamos a ter outro ponto de vista sobre nós mesmos e sobre os outros.

Como é chorar pela dor de outra pessoa? Talvez possamos até sentir mais do que elas dependendo da nossa formação de valores e modo de perceber e entender as coisas. O mesmo sobre nossas dores que para outros podem ser insignificantes ou coisas sem importância alguma. Quando apagamos todas as nossas lembranças acontece algo como no filme: nossos corpos agem como se estivéssemos em modo controle automático e temos a sensação de somos únicos no mundo, que somente nós temos determinadas necessidades e problemas, que somente nós nos sentimos deslocados, que somente nós ignoramos a dor e o sofrimento. Apenas pensamos em seguir o mais depressa possível e de maneira eficiente, sem levar em conta tudo o que passamos, afinal já não há lembranças, ou preferimos mantê-las em um lugar seguro o bastante para que ninguém as toque ou as destrua de nós mesmos. O que fazem delas para os outros não interessa mais. 

Das minhas memórias o que ficou para mim hoje é o que preciso para seguir adiante com algumas coisas, outras delas eu gostaria de guardá-las em um pequeno baú e trancá-las. Eu mais do que outra pessoa já assisti muitas vezes o filme da minha própria vida, em câmera lenta, modo lento, modo rápido, trailer, curta-metragem, longa-metragem… E principalmente, por meio de outras pessoas que as viveram e para aquelas que desejam ardentemente viver as próximas ou aquelas que eu não consegui viver, e assim, ter o prazer de vivê-las por mim ou de fazer por mim o que eu não consegui fazer. 

Falo isso com um tom de tristeza, já que vi lembranças tão profundas despejadas no esgoto, um jogo de destruição que nunca tem fim, é o pega usa e joga o corpo fora, já sabemos quem vence e quem sempre perde: os sem memórias ou os que têm suas memórias lançadas ao rio para os pescadores de almas fisgarem, devorarem e jogarem os restos fora. Um saco imenso de peixes apenas com escamas e nada mais. E um rio que secou ou que já está tão poluído que não há mais nada para retirar dele. 

No filme todos os personagens seguem adiante e levam suas vidas normais, o segundo o grupo, eu ainda não sei o que acontecerá com eles, não sei se eles terão um bom futuro. Acredito que sim, pois apesar de tudo ainda me resta um pouco de otimismo. 

Sobre o tempo, por ser do segundo grupo já teve suas memórias remexidas, o tempo passa muito lento: dois anos é como se fossem quatro anos. Somente agora aos 31 que minha primeira ruga apareceu em meu rosto e sem sinais de cabelos branco, apenas algumas quedas e perda de fios e nada mais. De tanto rever minhas memórias passei a me ver como se eu fosse outra pessoa e ao rever tudo que já fiz e vivi (algo como no filme Click de 2006) me analiso e me reconheço de outra maneira, talvez não tão sensacional ou horrível e “baixa” como as memórias me fazem parecer. Apenas como alguém com 31 anos que viveu muito pouco. É como ver uma Brás Cubas jovem de cabelos com mexas e digitando no smartphone ouvindo indie rock ou algo como 13 reasons why de você mesma.

Só quem passou por tal experiência sabe descrever esse tipo de sentimento. Apesar de fazer parte deste segundo grupo, estou seguindo em frente e caminhando do jeito que dá, a diferença é a percepção do tempo que para mim é mais lento. No fim, é como ter um cartão de memória para que eu sempre me lembre quem eu sou ou o que deveria fazer. O que é chato, repetitivo e desanimador, ninguém deveria precisar de um cartão de memória, mas questionar sobre o verdadeiro porquê de todas essas coisas. Isso já é outra história…

 

Skull Island, a ilha do King Kong, pode ser encontrada no Google Maps

Matéria publicada originalmente aqui.

Em 1973, um grupo de militares, cientistas e caçadores de monstros dos EUA partiram em uma missão especial: mapear uma ilha recentemente descoberta que esconde um grande segredo.

Esta é a sinopse de Kong: A Ilha da Caveira, o mais recente longa-metragem da franquia King Kong, lançado no Brasil na última quinta-feira (09). A produção traz Tom Hiddleston, Brie Larson e Samuel L. Jackson no elenco.

Embora seja uma obra de ficção, a Skull Island pode ser encontrada nos serviços de mapas do Google. Localizada no meio do oceano pacífico, a ilha é uma ação promocional para o filme.

Apesar da brincadeira, os usuários que navegarem pelo Google Maps poderão ver fotos, imagens em 360 graus e comentários de pessoas que dizem ter feito algum tipo de tour pelo local.

Teria a Skull Island alguma ligação com misteriosa ilha da queda do voo Oceanic 815?