Eventos: Atelier de Fotografia para Documentação Pedagógica

De 14 a 16 de junho de 2018 a Escola de Professores Inquietos do Colégio Farroupilha (RS/BR) oferece um atelier de fotografia para Documentação Pedagógica que será ministrado por André Carrieri, mestre em Linguagem e Educação (FE/USP), professor de Pedagogia e Jornalismo e consultor de Documentação Pedagógica em parceria com ONGs, secretarias de estado e instituições escolares.

De acordo com as informações divulgadas no site oficial da Escola, o curso está organizado com a duração de 15 horas e oferece duas atividades práticas: uma saída fotográfica ao Mercado Público de Porto Alegre e o tratamento de imagens com aplicativos digitais. O investimento é de R$ 440,00. O valor pode ser pago à vista ou em duas vezes sem juros.

Local: Colégio Farroupilha – Sala dos Professores Inquietos – Rua Carlos Huber, 425 – Porto Alegre, RS/BR

Fone: (51) 3455.1854 ou 3455.1878

Informações: http://professoresinquietos.com.br/noticias/see/4331 – inquietos@colegiofarroupilha.com.br

6ª edição da bolsa ZUM/IMS de fotografia 2018 seleciona projetos até o dia 29 de junho

Em sua 6ª edição, a Bolsa de Fotografia ZUM/IMS selecionará dois projetos inéditos de artistas e fotógrafos para que desenvolvam e aprofundem seu trabalho no campo da fotografia, nas mais diversas vertentes, sem restrição de tema, perfil ou suporte.

Os projetos serão avaliados por uma comissão constituída por curadores do Instituto Moreira Salles e um convidado externo, com trabalho reconhecido na área fotográfica. Serão consideradas a qualidade artística, a qualificação do candidato e a viabilidade prática do projeto.

Cada bolsa tem o valor de R$ 65 mil, e os selecionados terão oito meses para a entrega dos resultados finais dos projetos, que serão incorporados à Coleção de Fotografia Contemporânea do Instituto Moreira Salles. Os dois projetos ganhadores serão anunciados em julho no site da revista ZUM.

As inscrições vão de 02 de maio até o dia 29 de junho de 2018.

O cartaz de divulgação desta edição foi elaborado pelo escritório de design Bloco Gráfico.

Para mais informações:

Leia o edital da Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2018

Veja a página de Perguntas Frequentes

Acesse a ficha de inscrição on-line

A história do pai que foi a uma escola de beleza para aprender a arrumar o cabelo da filha

O norte-americano Greg Wickherst há tempos adotou um visual careca, mas quando se separou da esposa, há um ano, e se deparou com a cabeleira da filha Izzy, de 3 anos, precisou reaprender a lidar com cabelos. E para isso, ele não poupou esforços, recorrendo inclusive ao setor de beleza e cosmetologia da escola técnica em que trabalha.

“Eu fico com ela [Izzy] a maior parte do tempo. Eu costumava apenas dividir seu cabelo. Então um dia eu tentei fazer um rabo-de-cavalo nela e, por algum motivo, não consegui“, explicou o pai à ABC News. Wickherts trabalha na parte administrativa do IntelliTec College, uma escola que oferece cursos técnicos básicos, inclusive na área de beleza.

Ao pedir algumas dicas para fazer o cabelo de Izzy, os alunos deram a ele uma aula completa e agora Izzy desfila por aí com os mais diversos estilos de cabelo: rabo-de-cavalo, coque, trança simples, trança francesa, entre vários outros tipos de penteados. “Eu pedi a eles alguns direcionamentos. Depois de marcar com um dos alunos, eu aprendi um monte de estilos diferentes. E também entendi que se tratava de uma ligação a mais entre minha filha e eu“, afirmou o pai, hoje especialista em cabelos.

Agora, Izzy anda feliz com seus novos estilos de cabelo e Wickherst posta os diferentes penteados que faz em uma rede social. Confira algumas delas:

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Todas as fotos © Greg Wickerherst

Fonte: Hypeness.

Wikimedia se nega a tirar do ar selfie feita por macaca

Por: Blog Estadão

SÃO PAULO – As fotos acima foram tiradas por uma macaca em 2011. Os créditos, no entanto, são do dono da câmera, o fotográfo britânico David J. Slater, notório por se especializar em vida selvagem. Ele tentava tirar fotos dos animais da espécie Macaca Nigra (ou Crested Black Macaque) na ilha de Celebes, na Indonésia. Após colocar a câmera no tripé, acertar o foco automático, ele se distanciou e, como ele mesmo disse, “bingo”: começaram a mexer na câmera e em trinta minutos tiraram “centenas” de fotos, digo, selfies.

A foto foi publicada pelo fotógrafo e pela agência britânica de notícias Caters que, então, fez com que ela fosse publicada em diversas publicações ao redor do mundo, atingindo um alcance nem sonhado por Slater. Em julho de 2011, duas das imagens foram parar no Wikimedia Commons (aqui e aqui), um repositório de imagens de domínio público ou sob licença livre (Creative Commons) da Wikimedia Foundation, responsável, entre outras coisas, pela Wikipedia. Slater não gostou e exigiu a retirada. A Wikimedia, em seu relatório de transparência publicado nesta quarta, 6, explica sua posição diante do caso de modo bem simples:

“Um fotógrafo deixou sua câmera no parque nacional de Sulawesi Norte. Uma macaca fêmea pegou a câmera e fez várias fotos, incluindo autorretratos. As fotos apareceram em matérias de jornais online e, certa vez, publicada no Commons. Recebemos um pedido do fotógrafo, dizendo que ele era o dono dos direitos autorais das imagens. Não concordamos, por isso negamos o pedido.”

Polêmica

Ao jornal britânico Telegraph, Slater disse: “Se a macaca tirou a foto, os direitos autorais são dela, não eu, esse é o argumento fundamental deles [Wikimedia Foundation]. O que eles não notam é que é necessário que um tribunal decida sobre isso.”
Na página do Wikimedia Commons, as fotos, no entanto, não são apresentadas como de autoria do animal, mas de domínio público sob o argumento de que “como uma obra de um animal não-humano, não há autoria humana para se creditarem os direitos autorais”. O assunto é discutido pela própria comunidade do Wikimedia, que parece dividida.

A foto deve ser de domínio público por não ter um autor humano a quem creditá-la? Ou a foto é de Slater, já que é dono do equipamento e preparou o ambiente para que tudo acontecesse (a macaca “só apertou o botão”)?

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Provavelmente a questão será decidida em favor da melhor interpretação da lei britânica em corte. Como comparação, pela lei brasileira há pelos menos três dispositivos legais da Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9610), de 1998, que poderiam estar presentes na discussão:

O parágrafo primeiro do Artigo 15 diz que “não se considera co-autor quem simplesmente auxiliou o autor na produção da obra (…) revendo-a, atualizando-a, bem como fiscalizando ou dirigindo sua edição ou apresentação por qualquer meio”. Por esse argumento, pela hipótese de que Slater pudesse ser considerado coautor, o fotógrafo não sairia em vantagem.

Há ainda o Artigo 40, que diz que “tratando-se de obra anônima ou pseudônima, caberá a quem publicá-la o exercício dos direitos patrimoniais do autor”, o que só faria sentido caso a ausência de um autor humano pudesse ser considerado uma autoria “anônima”. Se assim fosse, Slater e a agência Caters possivelmente teriam mérito no caso.

Por fim, o Artigo 45, que considera obras de domínio público as que sejam de “autor desconhecido”. Se esse argumento se sobressaísse, a Wikimedia não teria de tirar a imagem.

Matéria completa em: http://blogs.estadao.com.br/link/wikimedia-nega-retirada-de-selfie-feita-por-macaco/

Cores de Sintra – Portugal (Parte I)

Nessas férias pude conhecer a magnífica vila de Sintra.

Caracterizada pelo seu encanto e serenidade singulares, a vila de Sintra oferece cenários de uma beleza surpreendente, com a sua vasta serra rochosa, densa vegetação e praias imaculadas. Designada de “Serra da Lua” pelos Celtas e de “Mons Lunae” pelos Romanos, a mística serra de Sintra abrange também um vasto parque natural que se estende até à costa marítima de Cascais’.


Durante cinco séculos, a realeza portuguesa usou as suas maravilhosas mansões e propriedades de luxo como residências de Verão para desfrutar do ar puro e do refrescante microclima da serra, escapando ao calor citadino. Em tempos descrita pelo poeta inglês Lord Byron como um “Glorioso Éden”, esta terra onírica e fantástica continua a atrair grandes escritores e realizadores de cinema, os quais encontram inspiração tanto na incomparável beleza de Sintra como nas suas lendas e história.

O centro histórico de Sintra é um museu a céu aberto, repleto de tesouros magníficos, como os jardins do luxuoso Tivoli Palácio de Seteais, o Convento dos Capuchos do século XVIII, o Parque de Monserrate e diversos museus. Dois dos mais prestigiados campos de golfe da zona de Lisboa, o Penha Longa Golf e Beloura Golf, ficam a curta distância de automóvel do centro de Sintra e garantem condições e vistas magníficas. As pequenas lojas encantadoras, os antiquários, os restaurantes e os cafés enriquecem de igual forma esta vila pitoresca, além dos vários museus onde poderá apreciar desde arte moderna a arqueologia e brinquedos históricos.

O Palácio Nacional encontra-se no centro histórico, perto do Tivoli Sintra Hotel Trata-se de um monumento impressionante, conhecido por ser o único palácio real do país, de origem medieval, que permanece intacto. A esplêndida combinação de estilos – Mourisco, Gótico e Manuelino – assim como as suas salas ricamente ornamentadas, os azulejos de tipo oriental, as pinturas delicadas, a mobília antiga e as belíssimas tapeçarias valem bem a visita a este palácio. Porém, as características mais notórias deste monumento são as duas altas chaminés cônicas – um verdadeiro ponto de referência nos ares brumosos de Sintra.

Serpenteando por um dos cumes da serra, ergue-se o Castelo dos Mouros, que remonta aos séculos VIII–XIX e é um testemunho do passado de Portugal. Conquistada pelo rei D. Afonso Henriques em 1147 e restaurada por ordem do rei D. Fernando II em 1839, esta estrutura militar colossal manteve-se preservada ao longo do tempo. Observe as torres austeras, a cisterna original e as extraordinárias ameias do castelo, de onde poderá admirar maravilhosas vistas panorâmicas sobre a cidade.

O excêntrico Palácio da Pena, um dos ex-líbris da paisagem de Sintra, é considerado uma das obras-primas arquitetônicas mais originais de Portugal. Faz lembrar um palácio de contos de fadas e exibe uma fusão de estilos Gótico, Manuelino, Mourisco e Indiano. Remonta ao século XIX e está classificado como Patrimônio da Humanidade da UNESCO, contendo uma série de torreões exóticos, baluartes e cúpulas de tons pastel, janelas com caixilhos minuciosamente trabalhados e pináculos de cores reluzentes. Mandado construir pelo rei D. Fernando II e pela rainha D. Maria com o propósito de criar um retiro idílico para a realeza, este palácio romântico contém salas de estilo vitoriano, trompe-d’oeils, mobília real e jardins magnificamente cuidados.

Admire os espetaculares pores-do-sol nas praias de Sintra, na encantadora aldeia piscatória de Azenhas do Mar ou na praia da Ericeira, popular pelos desportos aquáticos. As praias Grande, da Adraga e das Maçãs são algumas das mais frequentadas de Sintra, procuradas pela sua beleza natural e excelentes condições de surf e bodyboard.

Deleite-se com as especialidades gastronômicas de Sintra e saboreie as excelentes queijadas!

Sintra tem muitas cores, sabores e amores.

Fotografias por Rafaela Melo.

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Cobertura Fotográfica – OpenStack Day – 4th Birthday OpenStack BR

No último sábado (26 de julho) aconteceu na FTEC de Porto Alegre o primeiro meetup OpenStack no Brasil. Neste mesmo dia,  foi comemorado o 4º aniversário do OpenStack com direito a um bolo patrocinado pela Fundação OpenStack. Esta comemoração ocorreu concomitantemente com outros países do mundo, envolvendo muitos participantes e palestrantes. Confira o que rolou no OpenStack Day em Porto Alegre. Fotografia: Rafaela Melo e Breno Neves.