Evento: Missão Acadêmico Empresarial à Nova Zelândia da ASL

Ocorrerá no dia 13 de Agosto, às 19h, o evento oficial de lançamento da Missão Acadêmico Empresarial  à Nova Zelândia junto  a sede da Associação Software Livre.Org, apoiadora oficial da missão, a qual tem opções partindo Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo – Guarulhos, Rio de Janeiro – Galeão e Brasília com destino a Auckland, Nova Zelândia.

A missão terá foco em inovação e será realizada entre os dias 11 a 20 de Outubro de 2019.

As inscrições para o evento de lançamento são gratuitas. 

lançamento será realizado no na sala 101 – Auditório Bill Hewlett – David Packard P.97A, do Tecnopuc, Av. Ipiranga 6681, Bairro Partenon, Porto Alegre-RS.

A Missão é chancelada oficialmente pela Embaixada Brasileira na Nova Zelândia e pela Massey University, a melhor escola de negócios da Nova Zelândia, e uma das melhores do mundo. A Missão também é apoiada pelo Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul.

O objetivo da Missão é explorar o ecossistema de inovação e startups, empreendedorismo, desenvolvimento de relacionamento com entidades empresariais e acadêmicas, envolvendo ainda palestras sobre gestão pública do governo da Nova Zelândia, bem como comércio e cultura local.

As inscrições podem ser realizadas aqui  ou pelo endereço: abre.ai/missaonz 

VI Festival de Software Livre do Vale do Sinos

 

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INFORMAÇÕES GERAIS:

Data: 23 de novembro de 2013 (sábado)
Hora: 13h às 18h
Local: Fundação Evangélica de Novo Hamburgo (IENH)
Público Alvo: usuários de computador em geral, educadores, estudantes e profissionais de TI que queiram conhecer o Software Livre e/ou participar da comunidade de Software Livre da região. Não é necessário ter experiência com Software Livre para participar.
Investimento: evento gratuito

Descrição das palestras

10KPNR – Rock Com Linux

  • Resumo: A experiência da banda 10KPNR com 18 anos de estrada formada por Nerds (antigos) que optaram por gravar, mixar e masterizar suas músicas novas usando predominantemente o software livre – Programas como Ardour, Qtractor, Guitarrix, Rakarrak e outros…usando Debian e Mint.
  • Palestrante: Luis Motta e Jesiel Rocha
  • Minicurrículo: Membros da banda 10KPNR buscaram soluções livres para home studio, agora passam suas idéias e experiências feitas com instrumentos musicais e software livre. A banda 10KPNR participou como atração musical do FISL 2013.

Apresentando o CMS-JOOMLA3

  • Resumo: instalação do joomla3, realizando configurações básicas ate estar pronto para desenvolver o primeiro site.
  • Palestrante: Ben-Hur Oliveira Morais
  • Minicurrículo: Palestrante, Web Developer, Desenvolvedor web Joomla, Membro ativo na comunidade de joomleiros do RS, Membro e Coordenador no (Jug) joomlatchê.com.br no RS, Técnico em informática, Acadêmico de TI, Programador, Instrutor Ativista de inclusão digital/social. Atuando na comunidade joomleira a mais de 4 anos tendo diversas participações em feiras e eventos ligados ao tema Software Livre além de trabalhos realizados na web tendo como base o CMS JOOMLA.

Avaliação de Software Livre Educacional: Investigando o potencial de utilização do KDEdu nos anos iniciais do Ensino Fundamental

  • Resumo: A palestra tem como objetivo apresentar o resultado de uma pesquisa, que teve por objetivo investigar e avaliar o potencial dos softwares educacionais livres do projeto KDEdu para a utilização nos anos iniciais do ensino fundamental, além de apresentar contribuições e sugestões para o aperfeiçoamento do projeto.
  • Palestrante: Breno Neves e Rafaela Melo
  • Minicurrículo:
  • Breno Neves – Bacharel em Ciência da Computação pela PUCRS, aluno do Programa de Pós Graduação em Educação da UFRGS em Acessibilidade em sistemas Web e Integrante do GESoLE – Grupo de Estudos Software Livre na Educação da UFRGS
  • Rafaela Melo – Graduanda do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e integrante do GESoLE – Grupo de Estudos Software Livre na Educação da UFRGS.

Liquibase – Uma ferramenta para versionamento e gestão de alterações de banco de dados

  • Resumo: Demonstraremos como a ferramenta open source LiquiBase pode ser utilizada para versionamento e automação do processo de gestão de alterações de banco de dados. É comum encontrar ambientes de trabalho/equipes que tratam o banco de dados como uma entidade completamente separada do sistema. Isso pode acontecer em função da estrutura organizacional instaurada, que separa as equipes de banco de dados das equipes de desenvolvimento de sistemas, ou mesmo simplesmente porque as equipes estão acostumadas a fazer dessa maneira. De qualquer forma, separar as coisas nos leva a algumas práticas ineficientes, como por exemplo a aplicação manual de alteração de banco de dados e, por vezes, o não compartilhamento das alterações de banco de dados com a(s) equipe(s). Existe, portanto, o risco de gerar inconsistências na aplicação de alteração do banco de dados. Além disso, aplicar manualmente as alterações no banco de dados pode tornar difícil a operação de desfazer o que já foi feito e inviabilizar a analise do histórico de alterações do banco de dados ao longo do tempo. Consideramos estas práticas, manuais, insustentáveis para a gestão de alterações de banco de dados. E nós podemos evitar esses problemas fazendo uso de um processo consistente e repetível para aplicar as alterações no banco de dados e dados. Para tanto, veremos como usar a ferramenta LiquiBase para a gestão das alterações do banco de dados, executando as alterações de banco de dados automaticamente através doLiquiBase – seguindo práticas para aplicar consistentemente as alterações de banco de dados. O LiquiBase suporta vários bancos de dados, permite a visualização do histórico de mudanças aplicadas ao banco de dados e é capaz de identificar as mudanças realizadas manualmente no banco de dados. É possível executar scripts SQL personalizados e são disponibilizados utilitários para reverter as alterações banco de dados.
  • Palestrante: Eleonor Vinicius Dudel Mayer
  • Minicurrículo: Eleonor Vinicius é analista de sistema e líder de projetos de Tecnologia da Informação. Atua também como professor de cursos técnicos e tecnológicos da área da Tecnologia da Informação. Tem experiência no desenvolvimento e operação de sistemas (web, de integração, dentre outros), bem como na implantação de processos contemporâneos de desenvolvimento e operação de sistemas. 

Oficina de GNUPG com Festa de Assinatura de Chaves

  • Resumo: Nesta oficina os participantes criarão eu par de chaves criptográficas e assinarão as chaves uns dos outros, ingressando na rede de confiança. Para participar das atividades da oficina, você deverá levar o seu laptop particular. Se você já tiver um par de chaves e quiser apenas participar da festa de assinatura, não precisará levar o seu laptop.
  • Trilha: Segurança
  • Palestrante: Adriano Rafael Gomes
  • Minicurrículo: Adriano Rafael Gomes é Bacharel em Ciência da Computação pela Feevale. Trabalha como Analista de Suporte, administrando uma rede de computadores com Software Livre. É membro dos grupos de usuários de software livre TcheLinux, Debian-RS e SoftwareLivreVS, entre outros. É usuário e entusiasta de Software Livre como movimento social e tecnológico desde 2003.

Mais informações em: http://wiki.softwarelivre-vs.org/

 

Publicações: Artigo publicado na RENOTE

Saiu o volume 11 da RENOTE – Revistas Novas Tecnologias na Educação. Nesta edição, tivemos a honra de compor a revista. 😀

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O Uso do Software Livre e a Construção da Aprendizagem Colaborativa: Limites e Possibilidades do Programa Um Computador Por Aluno.

Rafaela da Silva Melo, Ana Beatriz Gomes Pimenta de Carvalho

Resumo

O objetivo geral desse trabalho é analisar o benefício do uso do software livre para o desenvolvimento da aprendizagem e da colaboratividade no contexto do Programa UCA – Um Computador Por Aluno. A pesquisa foi realizada em duas escolas da rede pública de ensino (federal e estadual) participantes do projeto em dois estados do Brasil. A metodologia foi orientada pelo princípio da pesquisa-ação crítica (Kincheloe, 1997), utilizado para investigar as transformações no contexto da escola com o uso das tecnologias. Participamos de atividades com o uso do software livre, fornecendo suporte aos professores e alunos e analisamos os softwares livres utilizados. Conclui-se que a utilização do Software Livre tem criado no interior das escolas pesquisadas uma “cultura digital” e tem possibilitado a aprendizagem, o trabalho cooperativo, colaborativo, a interculturalidade, a criatividade e a autoria entre estudantes e professores na construção do conhecimento.

Palavras-chave

Inclusão Digital, Software Livre, Programas Governamentais.

Acesso ao artigo completo em: http://seer.ufrgs.br/renote/article/view/41686

Manifiesto del Software Libre en la Educación Superior

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Autor: Carlos Brys

Fonte: http://certig.fce.unam.edu.ar/index.php/2-uncategorised/20-manifiesto-del-software-libre-en-la-educacion-superior

Hoy en día es innegable la integración de las Tecnologías de la Información y las Comunicaciones al proceso curricular. La Universidad no puede estar ajena a los desafíos que impone la Sociedad de la Información para permanecer a la vanguardia de los avances tecnológicos, y vincularlos a una actividad académica de excelencia.

El software se convierte en un elemento ubicuo, que digitaliza y virtualiza cada vez con más énfasis las actividades pedagógicas.

El software, que nació Libre en la Universidad para representar el conocimiento, a lo largo del tiempo, se fue convirtiendo en una mercancía, contaminándose del egoísmo y ambición económica de empresas, al tiempo que se convertía en una caja negra, privada e inescrutable. Al punto que hoy, es un commodity en las economías mundiales, dentro de las cuales se desata una perpetua lucha de subsistencia.

Es impensable imaginar al Siglo XXI sin la existencia del software. Pero en el paradigma informático creado a medida de algunas empresas, el software, un elemento reproducible hasta el infinito, ha sido convertido artificialmente a la forma de producto escaso y vendible, lo cual contradice con el principio que versa: “El Conocimiento es el único bien que más crece cuando más se comparte”. En este paradigma, el conocimiento contenido en el software se privatizó bajo los preceptos del Copyright: “Todos los derechos reservados”, y “Queda expresamente prohibido …”.

El mercantilismo del software ha tergiversado el concepto de “producto”, a tal punto que se ha convencido a la sociedad que cuando alguien paga por un software determinado, asume que ha comprado algo haciéndolo propio, cuando en realidad está pagando sólo un permiso para usarlo, y aceptando voluntariamente un sinnúmero de restricciones que lo obligan a renunciar a su libertad de usarlo según su mejor criterio. Por eso este software “producto” se llama “privativo”.

Queda fuera de discusión el derecho que en el ejercicio de su libre albedrío, personas y empresas deseen pagar indefinidamente por un permiso para poder usar el mismo software y renunciar a sus libertades sobre él. Pero la Universidad, cuna del Conocimiento se enfrenta al dilema de usar y enseñar con un software que no puede estudiar ni compartir, o encontrar un camino de liberación en el que el software sea conocimiento y no una mercadería.

A ese dilema se enfrentó Richard Matthew Stallman, un investigador del Laboratorio de inteligencia artificial del Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), cuando se le pidió que firmara un acuerdo de no divulgación (non-disclosure agreement) y llevara a cabo acciones que consideraba eran traicionar a sus principios. En 1983 Stallman anunció que iniciaba un proyecto para crear un sistema operativo para computadoras completamente libre, que sea una alternativa al sistema operativo Unix, al que denominó GNU (léase Ñu) (GNU No es Unix). Esto lo llevó a escribir el “Manifiesto GNU”, el que se convirtió en la fuente filosófica de lo que hoy es el Movimiento del Software Libre.

Stallman planteó cuatro principios (libertades) fundamentales para reivindicar y preservar la libertad de los usuarios sobre los programas de computadora que utilizan, los que se resumen en:

1 Que el programa pueda ser ejecutado y usado de todas las formas y propósitos que el usuario quiera.

2 Que se pueda estudiar, cambiar y publicar los cambios en el programa.

3 Que se pueda copiar y distribuir libremente, con lo que se pueda ayudar al prójimo.

4 Que se pueda mejorar el programa y hacer públicas las mejoras, de modo que se beneficie toda la comunidad.

Estos principios son coherentes con el compromiso social y la esencia de la educación pública para diseminar el conocimiento universal.

Pero además, existen razones fundamentales por las cuales la educación pública no puede (ni debe) hacerse con software que no respete las libertades del Software Libre.

Razón inclusiva: Los alumnos deben tener acceso a los mismos recursos pedagógicos que utiliza el docente. Plantear una estrategia de enseñanza con programas que los alumnos no podrán obtener gratuitamente y sin restricciones para poder estudiar, es discriminatorio.

Razón innovadora: Si los alumnos pueden ejecutar el programa de la manera en que ellos quieran, podrán utilizar todo su potencial creativo para explotar las posibilidades que ofrece y crear nuevo conocimiento.

Razón temporal: El software libre garantiza que el código fuente del programa siempre estará disponible para analizar, estudiar, modificar y distribuir. Esto asegura que el conocimiento incorporado al software es independiente de las empresas que lo mantienen, y aunque éstas desaparezcan, siempre habrá una comunidad disponible para mantenerlo. La obsolescencia artificial inducida por las empresas que producen software privativo, no tiene efecto sobre un software que siempre estará actualizado y accesible.

Razón moral: La educación debe ir mucho más allá de enseñar aplicaciones elegidas por su marca, por la simple razón que “es lo que se usa”. Los alumnos deben aprender los conceptos y fundamentos de funcionamiento de las herramientas que utilizan. La universidad debe enseñar las bases conceptuales más amplias, y no ser una creadora de futuros clientes de marcas de software “producto”, ni mucho menos inducir a la ilegalidad de la obtención de copias de software con licencia privativa.

Razón económica: La libertad de copiar Software Libre permite acceder y usar los programas sin la obligación de pagar por ellos. Las actualizaciones perpetuas del software están garantizadas, sin necesidad de volver a pagar por cada actualización. Asimismo, los fondos públicos que se destinan a pagar licencias de software privativo, podrán destinarse a otras necesidades más imperiosas, o a inversiones estratégicas que mejoren la calidad educativa. “El Software Libre no es gratis”. El hecho que se pueda acceder al software sin pagar una licencia de uso, no implica que no haya un modelo de negocio que lo sustente. Sucede que el modelo está centrado en los servicios de valor agregado, y no el el software como “producto”.

Razón social: La filosofía del Software Libre es coherente con los modelos de sustentabilidad social de la naturaleza. Es un modelo cooperativo-colaborativo basado en el mutualismo, cuyo fin superior es el bienestar y crecimiento de la comunidad.

Citando a Jorge Cabezas, Director de la Conferencia Internacional de Software Libre en Argentina: “Cada adelanto e innovación desarrollada en la historia es producto de la acumulación de conocimientos previos. Quien avanza un poco más los horizontes del conocimiento, en realidad, se sienta sobre los hombros de ese gigante que es el conocimiento producido previamente por otras generaciones”.

Es claro que el único camino para la generación del conocimiento es el Software Libre, donde se pone en evidencia que el modelo económico del software privativo, al final, es un juego de suma cero.

En el contexto tecnológico actual, nos encontramos frente al dilema de encontrar la tecnología adecuada que dé soporte a las cátedras. Una decisión que tendrá profundos efectos en el desempeño académico de los alumnos y su futura actividad profesional.

Ante este escenario, hacemos un llamamiento a los docentes a tener una mirada crítica de las circunstancias en las que crearon su conocimiento, y atisbar un escenario donde liberar sus mentes y las de sus educandos.

Estamos ante un nuevo paradigma:

Es legal.

Es políticamente correcto.

Es socialmente aceptable.

Es el Software Libre.

“La libertad no es poder elegir entre unas pocas opciones impuestas, sino tener el control de tu propia vida. La libertad no es elegir quien será tu amo, es no tener amo.” Richard Stallman

Mgter. Carlos Brys
Director del CeRTIG+SoL
Centro de Referencia en Tecnologías de la Información para la Gestión con Software Libre
http://certig.fce.unam.edu.ar

Texto compartilhado pelo Professor Paulo Francisco Slomp para o Lista de Discussão do GT Educação do FISL.

Dia da Liberdade de Software em Novo Hamburgo

O Dia da Liberdade de Software (Software Freedom Day) é um evento anual que ocorre simultaneamente em mais de duzentas cidades de diversas partes do mundo. A comemoração na cidade de Novo Hamburgo – RS, aconteceu ontem (28/09) no Campus II da Feevale e foi organizada pelo Grupo de Usuários Software Livre do Vale do Rio dos Sinos (Software Livre-VS).

Foto: Várias pessoas em mesas com computadores realizando a inscrição no evento.

Com duração de quatro horas, o evento contou com um total de 100 participantes, composto por usuários, estudantes, educadores, profissionais da T.I, desenvolvedores, entusiastas, ativistas, empresários e muitos outros, que participaram de oficinas, festa de assinaturas de chaves, OpenSpaces, distribuição de brindes e de CD’s, além dos diversos momentos de interação e socialização.

Foto: Participantes do evento em um momento de socialização.

As temáticas e os debates, circularam em torno de questões sobre vigilância na rede, privacidade, história do surgimento do movimento Software Livre, moedas eletrônicas descentralizadas, uso de Software Livre no Ensino Superior, Wikipédia na Educação, Produção Musical com Software Livre, WordPress, instalação de Software Livre e muitos outros.

Foto: Ouvintes da palestra sobre a construção de websites utilizando ferramentas CMS livres, como Joomla e WordPress.

Curiosamente, a data do evento em Novo Hamburgo (28 de setembro) coincidiu com a comemoração do aniversário dos 30 anos do Projeto GNU, lançado por Richard Stallman em 27 de setembro de 1984. (Veja o anúncio oficial aqui).

 Foto: Balão amarelo com o logotipo do evento e o texto Software Freedom Day

O Dia da Liberdade de Software é uma data especial para todos aqueles que lutam pela liberdade e por um mundo melhor e que desejam mostrar para as pessoas, que para além de questões técnicas e econômicas, existe no Software Livre uma filosofia de construção, colaboração e de compartilhamento de conhecimento. No DSL 2013 em Novo Hamburgo – RS, encontrei muitas pessoas dispostas a difundir e promover a mensagem de cooperação e solidariedade que o Software Livre traz consigo. E não há palavras que consigam descrever o quanto isso é gratificante!

Foto: Uma criança sentada em um sofá entre cachos de balões do evento.

As doações arrecadadas para a inscrição no evento, serão destinadas para a Casa de Acolhimento Anjo da Guarda, que acolhe crianças entre 0 e 12 anos e para a ONDAA – Organização pela Dignidade dos Animais Abandonados.

E um Feliz Dia da Liberdade Software!

 

Escrita colaborativa em rede com Cat Wiki

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Conheçam a Cat Wiki!

Uma ferramenta de escrita colaborativa, uma alternativa livre, uma possibilidade viável e sustentável. Optar por tecnologias livres não é apenas uma questão técnica ou pedagógica, mas sobretudo ética. Também acreditamos que as pessoas não devem ser espionadas e não devem ser escravizadas em plataformas proprietárias.

Ética por acreditarmos que o conhecimento (seja ele de que área ou campo for) se constrói a partir de redes de colaboração e para que o conhecimento se construa ele precisa estar acessível e disponível não apenas para o uso e descarte (cadastrar em um site, usar e largar)  mas para a construção e renovação deste conhecimento.

O Cat Wiki foi desenvolvido a partir do projeto Doku Wiki, que por ser Software Livre nos possibilitou adaptá-lo e melhorá-lo buscando atender as nossas necessidades.

E não se esqueçam! Compartilhar é mais que clicar em um botão de rede social. É trocar, é construir juntos outras formas de comunicação, outros jeitos de se posicionar diante de um mundo tão veloz e outras possibilidades de produzir novos conhecimentos!

O link está disponível aqui.

E Miauuuuuuuuuuuuuuuuuuu!

 

8° Solisc – Congresso Catarinense de Software Livre

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Histórico:

O Congresso Catarinense de Software Livre – SoLiSC, passou a ser assim denominado em 2005. Organizado originalmente pelo Projeto Software Livre SC e, a partir de 2009, pela Associação Solisc. Em 2009 o evento contou com a co-participação da Associação Cultural Alquimídia, GeNESS e INE (Laboratório de Inovação e Centro de Informática e Estatística da Universidade Federal de Santa Catarina) e com apoio da ASL.Org (Associação Software Livre.Org, ONG mantenedora do FISL, Fórum Internacional Software Livre).

Em 2010, o 5 Solisc, contou com o apoio do SENAC-TI e aconteceu nas dependência do SENAC, Prainha, em Florianópolis. Neste ano, foi inaugurada a versão Solisc.Gz, um evento menor e mais focado em palestras técnicas. A Associação Software Livre SC, decidiu que a versão do Solisc e do Solisc.Gz, serão realizadas em anos alternados.

O evento aconteceu 5 vezes em Santa Catarina, sendo duas em Joinville e três em Florianópolis. Nessas edições contou com um público de 900 pessoas em média e um feedback muito positivo da Comunidade de Software Livre (estudantes, usuários, desenvolvedores, profissionais, empresários, governo, simpatizantes ou apenas curiosos) através de mini-cursos, debates e palestras. O Solisc.Gz, teve 300 participantes.

Corre que ainda dá tempo! 

As inscrições para o 8º SoLiSC vão até o dia 18 de setembro as 10h00. Inscreva-se aqui!

Confira a programação: http://solisc.org.br/grade.htm

Local:  Faculdade Assesc – Rodovia SC-401, km 01, nº407 – Florianópolis – Santa Catarina, Brasil.

Managana, software (ainda mais) livre para publicação digital

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Em uma época em que o conteúdo digital é tão presente na vida das pessoas, ter a capacidade de expor as ideias em suporte eletrônico se torna essencial!

Existem várias iniciativas nesse sentido, desde simples serviços de blog a complexas ferramentas proprietárias que podem custar alguns milhares de dólares. No meio desse caminho, dentre várias opções, existe o Managana, ferramenta livre que nasceu da experiência de alguns anos do Ateliê Ciclope de arte digital. O software surgiu da necessidade de simplificar o processo de criação num cenário em que vários tipos de dispositivo, de celulares e tablets a computadores, se tornaram comuns e muito usados para o acesso a conteúdo. Ele é uma das respostas possíveis para a pergunta “qual forma simples tenho de me expressar no mundo digital?”.

A partir de um editor visual (do tipo WYSIWYG) é possível produzir vários tipos de conteúdos, de uma simples apresentação a complexos vídeos interativos, passando por livros e revistas digitais constantemente atualizadas. O Managana cuida dos meandros técnicos, simplificando o processo de publicação em navegadores e também na forma de aplicativos móveis e mesmo apresentações públicas.

Até a última versão, o software, mesmo livre (licença LGPL3), dependia do plugin Adobe Flash Player para a exibição de material em navegadores. Essa limitação impedia a chegada de alguns conteúdos a vários aparelhos, como telefones e tablets, que dependiam da criação e distribuição de apps móveis, processo que, mesmo feito pelo próprio Managana, não estava nos planos de alguns produtores.

A versão liberada em agosto de 2013 muda esse cenário adicionando uma versão HTML5 ao sistema de exibição. Agora o conteúdo criado no Managana pode ser visto em uma gama maior de aparelhos, mantendo os mesmos princípios de criação anteriores. Uma apresentação do potencial do software, feita e exibida nele mesmo usando HTML5 pode ser vista aqui:

http://www.managana.org/editor/?render=5&community=managanaintropt

A versão para Adobe Flash Player ainda está lá, e o Managana tenta escolher qual tecnogia é mais apropriada quando o conteúdo é acessado.

O site do projeto é www.managana.art.br (ou www.managana.org). Nele é possível encontrar o software para download, a documentação (guias para instalação e uso), além de todos os códigos fonte. As ferramentas envolvidas na criação e no uso do Managana são o Apache Flex, o PHP, o MySQL, além de Javascript para o player HTML5, que toma como base o CreateJS.

Fonte: PSL Brasil